sábado, 6 de março de 2010

Obrigada. Declaro aqui o fim deste blog.

Obrigada a quem acompanhou este blog. Ao longo de muitos dias fui partilhando emoções e sentimentos que foram retribuídos através de comentários. Obrigada a quem ajudou este blog a crescer e a quem o tornou essencial à minha vida, sem vocês isso não teria sido possível. Obrigada a quem também fez dele um passatempo, e a quem o considerou um bom espaço de entretenimento. Obrigada a todos. Declaro aqui o fim deste blog. A quem quiser continuar a fazer parte da minha vida, da mesma forma indirecta, mande-me um email para destaquesjuvenis@blogspot.com

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

a minha réplica haitiana

Ao que parece a minha cultura (ou a falta dela) fez com que me interrogasse que raio de pais é aquele e quem é aquela gente (para além de seres humanos)?
Levou-me a reconsiderar as palavras que digo quando o nosso país parece ter um mau panorama e enquanto há situações piores.. Ao que parece aquilo para além de ser um país onde a pobreza e os conflitos já gerem o país e onde existe um governo corrupto, onde não há defesa possivel, onde ao que tenho apercebido é tráfico de crianças, é armas, é um panorama que nem a UN consegue resolver e em que nem eles fazem um esforço para que tudo seja mais fácil, mais acessível, no sentido do desenvolvimento do país, da cultura e por aí fora. é certo que às vezes paga o justo pelo pecador e que eu não estou lá para ver se é assim ou não, mas com certas coisas o meu estômago anda ás voltas juntamente com a minha cabeça e a minha vontade de ajudar permanece pelas crianças que ainda estão e devem ser retiradas daquele meio para as características daquele povo mudarem de geração para geração e porque não merecem pagar pelas atitudes dos mais velhos, nem quererem seguir os seus exemplos. E se não há nada que me ajude a ficar com a consciência tranquila também não faço transferências bancárias. E acho que já expliquei, e se não expliquei acho que é óbvio. Também é óbvio que a ajuda não chegue a todos, porque cada um lida à sua maneira com a sua luta pela sobrevivência. E não estou a tornar-me arrogante nem indiferente, estou simplesmente a ver as coisas doutra perspectiva. Assim como a terra voltou a tremer.

nunca gostei de basquet

há qualquer coisa que me diz que quem lê o meu blogue, se cansa. e eu percebo. é normal. oh, normalíssimo. desculpem-me lá as minhas ausências de dias e a quantidade de posts que faço quando aqui venho. esta semana, para além de ter andado desligada de algumas tecnologias, e como o M. diz que é ao menos sempre tenho alguma coisa para vos dizer, ando com uma tala num dedo da mão direita! pois. a única explicação para isto é uma bola de basquet. e isto veio fazer com que apenas assistisse às aulas e fizesse dois testes, de uma maneira.. como se diz? mal e .. porcamente ! e como a C. diz isto não só me atrofiou a mão, como a cabeça! pois é caríssimo leitor, escrevo isto com uma única mão, a esquerda. O que no computador até não é grande incomodo. o espírito é pensar que podia ter sido pior.é de reflectir que para pessoas como eu, que mal se atrevem alguma vez na vida a escrever com a mão oposta, é chato tentar manter a calma para conseguir escrever legível.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

eu pelo Haiti

  



Nunca nenhum sismo me tinha tocado desta maneira. Eu não estava lá, e custa-me imaginar a grande dor que todas as pessoas que lá estavam sentirão. A única coisa que podemos fazer para poder ajudar estas pessoas que foram alvo deste violento sismo é através de contas bancárias. Mas, porque não podemos fazer campanhas, para recolher comida, roupas, medicamentos para podermos enviar para o Haiti? Eu sei que eles precisam de uma ajuda rápida, mas acho que não sou a única a dizer 'Ah eu gostava de ajudar...mas transferências bancárias'? De certo que se calhar é a maneira mais eficaz e mais cooperativa, mas não é possivel reunirmos em 3/4 dias comida, medicamentos, roupas, entregar a entidades de ajuda humanitária e eles tratarem de as fazer chegar ao Haiti? É só uma proposta. Que provavelmente recebe comentários como 'Ás tantas vamos recolher comida e roupas e a ... nem chega a enviar a nossa colaboração para o Haiti' ou 'Eles precisam de uma ajuda imediata'. E o dinheiro que vamos transferir vai chegar mesmo ao Haiti? O dinheiro não é tudo. Eles precisam de médicos, precisam de voluntários, de comida, de medicamentos, de roupas, de abrigo, de apoio. E antes do dinheiro acho que há outras maneiras de ajudar a comunidade do Haiti. É disto que falo, minha gente. E disto. Tudo isto é preciso.
Não há hospitais, e pouco resta. Já há confrontos por o que chega ao Haiti não ser o suficiente, ou não ser bem distribuído. Toda a ajuda é necessária.
Torna-se incrível ver tantos países a ajudar o Haiti, tantos milhões de pessoas sensibilizadas e dispostas a dar o seu contributo.
Saber como ajudar, aqui.
"Nunca sabemos para onde vamos. Nunca sabemos até onde podemos chegar, nunca conhecemos os nossos passos, mesmo quando pensamos que escolhemos os melhores caminhos. Tu vens e vais como um pássaro, voas como quem anda, ficas como quem mora e, quando partes, nunca dizes adeus. Penso sempre que é a última vez, mas depois há uma força que te faz voltar, e a cada regresso trazes-me mais conforto, mais paz, mais sabedoria. O que te faz voar até mim é um mistério que o mundo não consegue resolver."

Margarida Rebelo Pinto

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

english class


"whenever you leave your home, you learn something" tudo a propósito de quem não quer fazer nada.

domingo, 10 de janeiro de 2010

um formigueiro atrás do açucar



às vezes parece que quanto mais queremos partilhar a nossa felicidade com o mundo, que mais ele nos deseja o contrário. quanto menos guardamos para nós, mais os outros sabem, e eu, não sei, não sei o que é que os outros têm ou não contra a nossa felicidade que parece que conseguem lançar um feitiço e inverter-nos as emoções, e isso dá cá uma volta ao meus sistema nervoso... de um momento para o outro parece que muda tudo. mas a minha mãe sempre me disse que era para eu saber guardar as coisas para mim e eu sempre gostei de partilhar, e depois dá nisto. portanto a lição que vou dar aos meus filhos, é que:sejam egoístas. se não for assim, não sei como vão conseguir viver felizes durante muito tempo. ou então aprendam a partilhar pouco, ou quase nada. porque por mais que esse lado do coração esteja coberto de açúcar as formigas rapidamente vos picam.

'Oh, life is bigger it's bigger than you and you are not me'


sr.

"-Fixa uma coisa: Não se pode confiar nas mulheres e os homens são previsíveis"

Nem sempre é assim. Podemos inverter as coisas e dizer que as mulheres são previsíveis e que não podemos confiar nos homens. Depois do sucedido foi uma das coisas que ainda tentei guardar na  cabeça, e que, com o tempo entrou.

easy

Não, não vos vou dizer que vi neve ou que fui aos saldos. Digo-vos que não vi neve nem fui aos saldos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

espírito GLEE!



Que também há em mim!

sempre, mas sempre gostei desta:

volta não volta volta uma cabeçada

Aprende que um gajo que não te respeita e não te trata como mereces ser tratada, não te merece.

como os opostos se atraem

Tenho mesmo que aprender a estar calada e a guardar as coisas só para mim. Se não for assim, já sei que, é como se nos rogassem uma praga, trocam-nos a vida num piscar de olhos. A nossa felicidade às vezes não precisa, nem pode ser partilhada. É como se estivéssemos a atrair o mal.

"You're the kind of girl who can take down a man then lift him back up again/you are strong but you're needy, humble but you're greedy"

E é mesmo assim que me sinto.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

miminho para o blogue

1º Mostra o selinho no blogue.


2º Dizer quem deu o selinho.
3º Indicar o selo a mais três blogues.

i gotta a feelings .. and what's the problem about that?




Para mim as relações sempre foram tudo menos relações. Foram acontecimentos na minha vida que me trouxeram muita experiência e muitas dores de cabeça. E para as pessoas cuja vida não lhes chega foi mais um momento de cusquice, mais um momento de cadelas (já que estão sempre a morder) e por aí fora. Até ao dia em que as pessoas ficaram com uma imagem de mim, que nunca me interessou muito e que sempre fez de mim a mesma pessoa, porque nunca interferiu mesmo nada. Tive, sem dúvida alguma, aquela espécie de relações que não podemos chamar de namoros porque nunca houve um pedido, nem outra coisa qualquer porque afinal não duraram assim muito tempo. E foi por isso que as pessoas nunca me viram como sou, ou como queria que gostassem que me vissem. Mas não foi por isso que deixei de seguir em frente. O meu irmão à uns dias atrás disse-me que eu tinha dado muitas cabeças e que ia continuar a dar muitas mais. E aí esta. Dei sim muitas cabeçadas por todas as relações que tive, e que vou continuar a dar por todas as que tiver. Mal por mal vou ter de dar cabeçadas, ao menos que o continue a fazer para continuar a aprender. Estive, de facto, envolvida com várias pessoas, mas "cada papagaio no seu Gaio" porque apesar de ter traído uma pessoa que hoje me é indiferente, como se não fosse uma daquelas pessoas especiais porque aprendemos muito com elas, não voltei a trair nem fui miúda de andar aí enrolada com vários rapazinhos. Não fui. E quem tenha essa ideia de mim, dou permissão para parar com as ideias loucas e com os comentários enjoativos. Por entre esses envolvimentos, houve sim alguns a que ainda cheguei a chamar relação porque de facto existiu alguma coisa, e ainda continua a existir por mais mínima que seja uma amizade merece sempre o devido valor. E ainda houve, as relações a que realmente pude chamar de namoros. E até podia estar para aqui a fazer contas e a relembrar passados e dizer que tive 1 namoro, e duas relações que nem um pedido mudava muita coisa, porque já era uma relação forte. E então? Não excluo estas das cabeçadas que já dei, porque também dei muitas em ambas as alturas. E então? Porque é que raio as pessoas não se contentam com a sua vida e param de falar do que no sabem e porque é que eu digo que não me preocupo mas mesmo assim estou para aqui a dar satisfações a quem nem tem nada haver com o assunto e encher os infelizes de felicidade? Pois.. Porquê?  E apesar de ser recente, estou num namoro. E então?

'It’s like taking a guess when the only answer is yes'



E é assim que eu me sinto.

um sismo cheio de avisos



A energia de um sismo está na magnitude, e um sismo não chega horas depois de uma mensagem, nem de um telefonema nem de outra coisa qualquer. Um sismo dá-nos um aviso, que não nos dá tempo para o que quer que seja, nem nos diz quanto tempo vai demorar. É rápido e inesperado. E se eu te dissesse que connosco também foi assim.. rápido e inesperado? Ao inicio nada era previsível e tudo parecia não ter um futuro. Ás vezes os sismos, cometem grandes destroços e outras vezes nem se sentem. Sei que comparar o que temos, a um sismo, não tem nada que se assemelhe. Porque o que temos não é rápido, não chegou de um dia  para o outro, nem se foi logo embora, foi-se construindo de avisos. Por mais destroços que às vezes se façam sentir sei que são destroços que são um pouco ou nada prejudiciais mas são reparáveis. E se para uns as coisas tem que ser e parecer todas bonitas, enganas-te a meu respeito. Para mim também tem de haver de tudo. Mas entende que há coisas que não podem estar constantemente a serem reparadas. Têm que ser reparadas em poucas vezes. Olha para os carros. Se levares um carro ao mecânico uma ou duas vezes com o mesmo problema ainda o consegues meter na estrada mais um tempo, mas o conselho que te dão se voltares lá mais do que x de vezes, é que por mais trabalho que gostem de ter, o melhor é comprares um carro novo. Não quero dizer com isto, que mal repares um destroço, deves de arranjar logo outro. Mas sim, resolver outro, fazendo com que a cada dia que passe seja cada vez menos um.
Não quero nem vou estar aqui a fazer planos para o futuro, mas sei que enquanto existir um presente nada me impedirá de imaginar um futuro.

two thousand nine/ten



Apesar de já terem passado 136 horas e 37 minutos e antes de actualizar o meu blogue, quero desejar a todos os meus leitores e seguidores um FELIZ 2010 !
Espero que na passagem de ano tenham festejado tudo do ano passado e que tenham dado as boas-vindas a dois mil e dez.
Sabem que aquela conversa de políticos que a vida não está má, mas que estamos em crise, e que é desemprego para aqui e para acolá, e dividas e dinheiro desviado ainda é das únicas verdades que se ouve das suas bocas, mas meus amigos, não desanimem. Com sorte este ano ainda vão ter que ficar a trabalhar mais horas, e a receber menos. Mas isso não é mau. E ao que parece os feriados não calham nos melhores dias. Portanto há que continuar a ser optimista e a dar uns saltos para as leituras. A mim resta-me mandar-vos um Beijinho :)