sábado, 28 de novembro de 2009

do I look like I'm kidding?



Não sei o que é que me irrita mais. Se é ter pouco espírito para brincadeiras ou se são as pessoas que me irritam com as suas brincadeiras. Eu até nem sou daquelas pessoas que arrasta uma cara de trombas que parece o vestido de uma noiva a arrojar uns 30 metros, mas se calhar não tolero certas brincadeiras ou certas maneiras de brincar. Umas porque às vezes não sei diferenciar se é mera brincadeira ou se não passa de maneiras de implicar e moer a cabeça a uma pessoa, já para pôr mais de parte os assuntos e as conversas que surgem pelo meio. E já me chateei várias vezes, com várias pessoas por eu não saber brincar e por as pessoas brincarem com as coisas erradas. Ás vezes ainda fico na dúvida se sou eu quem tem razão, mas outras não me faltam certezas se foram as outras pessoas.

derbi da cebola



Provavelmente está toda a gente a ver o sporting-benfica, e eu para além de estar aqui a comer uma pizza, estou a escrever porque não tenho a porcaria do canal onde passa o jogo! Podia ter combinado com elas ou com eles e ver o jogo, mas não. Lembrei-me de pouca gente. E com este tempo que parece que estamos nas nuvens (porque esteve nevoeiro quase o dia inteiro) não apetece nada sair dos não sei quantos m2 acolhedores. Sei que nem todos os fins-de-semana são como o passado e que até mereço estar aqui em casa a comer uma pizza lasanha (que se em vez de ter pedido esta tivesse pedido uma com extra queijo eles esqueciam-se da parte do extra, mas como nem nomeei a palavra 'cebola', apareceu-me aqui em casa uma extra cebola - não gosto muito de cebola não. Mas disfarçada ainda se come. E depois o meu irmão para me incentivar a comer cebola fez questão de fazer uma pesquisa sobre os benefícios da cebola e descobriu-se que a cabelo reduz não sei quanto por cento o cancro da língua o que faz com que comer cebola benéfico, não bom porque tem um sabor .. que só dá vontade de sei-lá-o-quê). E não é que eu ligue muito a futebol, mas hoje apetecia-me mesmo ver o jogo. E se ainda não disse, digo já que me sinto gorda porque voltei a cair nas pizzas, nos double cheeses e nas batatas fritas, e não tenho ido aos treinos, e esta semana não tive aulas de educação física, o que faz de mim uma má pessoa, enganei-me, uma pessoa gorda. Além disso, não sei porquê mas a vida já me correu melhor - apesar de só agora estar a aprender certas coisas - se calhar até sei, mas prefiro nem tocar nesse assunto. Este fim de semana ainda não meti os pés na rua e por incrível que pareça nem a cabeça ou outro membro corporal. Está frio, está mau tempo e nunca imaginei que numa tarde de sábado iria ler histórias a alguém e que ia estar deitada na cama a receber uma visita (sim a imagem que tive também foi essa - doentinha tipo cama de hospital com uma visita (sentada) ao pé de mim na cama - o que não deixa de ser bom, porque pelo lado positivo, houve alguém que decidiu vir-me fazer companhia por breves minutos) e à noite muito menos pensei que ía voltar a fazer algo que me preenche, escrever. Mas no fim de acabar a pizza média extra cebola pode ser que fique com certezas de que não vou ter cancro da língua e que saiba o decorrer do jogo, e que, quem saiba se não passei já a gostar de cebola.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

sonhos, medos e fantasmas.



«Quando amamos alguém, não perdemos só a cabeça, perdemos também o nosso coração. Ele salta para fora do peito e depois, quando volta, já não é o mesmo, é outro, com cicatrizes novas. Às vezes volta maior, se o amor foi feliz, outras, regressa feito numa bola da de trapos, é preciso reconstruí-lo com paciência, dedicação e muito amor-próprio. E outras vezes não volta. Fica do outro lado da vida, na vida de quem não quis ficar do nosso lado.»

A Margarida Rebelo Pinto publicou esta semana mais um livro.  Um livro que só através dos excertos me faz querer dizer que mais uma vez, a mim  e a outras quantas leitoras o quanto nos voltamos a identificar com ela. É que não tenho dúvidas nenhumas.

Sobre o livro: «O Dia em que te Esqueci descreve os sentimentos de uma mulher que luta para esquecer uma paixão idealizada, enquanto a vida lhe vai apresentando outras formas de amor e de amar. Como podemos esquecer alguém que amámos? Segundo a autora, “esquecer é uma forma de morrer, ninguém quer viver a morte ainda vivo”. Esta carta revela-se uma lição sobre os caminhos que é preciso percorrer para alcançar o verdadeiro amor, traduzida numa narrativa envolvente e profunda, levando mais uma vez o leitor a fazer uma viagem interior, à descoberta dos seus próprios sonhos, medos e fantasmas.»

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

não passa deste fim-de-semana



Tenho, quero e vou ter de ver este fim de semana e ponto final

e agora que o Inverno chegou


e gosta de marcar presença, trouxe consigo o frio. E trouxe-me aquela vontade de estar em casa, a desfrutar do chá com as torradas. E depois com o quentinho da casa, que uma vez por outra lá me satisfaz, que mais posso dizer? Pronto, agora passo mais tempo em casa, assim bem aconchegada. Por vezes lá me surgem os pensamentos e noutras alturas a preguiça ocupa-se de mim. De vez em quando lá faço algo que me dê gosto ou que tenha mesmo de ser feito. Há dias em que não sei por onde começar com várias tarefas para fazer e dias em que por muitas que sejam, simplesmente não as faço. Mas sabe bem estarmos sozinhos e sentirmo-nos aconchegado. O que não sabe bem é faltar aos treinos, mas com este frio não apetece mesmo nada.Mas não é só o frio. Somam-se os problemas, reduz-se a paciência, e ganhamos uma preguiça descomunal.

É nesta altura é que o calor sabe bem. A começar pelos banhos de água quente!

vou só ali...


ver outros novos episódios da sexta temporada da anatomia de grey (que estreou na semana passada e eu vi!) e já volto

last weekend



O post anterior foi só para regressar em grande ao meu blog e este para dar seguimento ao meu fim-de-semana passado. Para além de não me levarem ao cinema à uns tempos (isto não significa que não tenho visto filmes nenhuns - mentira, tenho.) ainda tive o bónus da ladies night! Aniversários de amigas com quem não estamos constantemente, mas que não deixam de ser amigas! E que lá nos imploram e raptam para um jantar, para beber uns copos, pôr a conversa em dia, aproveitar a noite (fria, fria, fria - ou quente, quente, quente para quem bebeu muito) e dançar dançar até doer os pés e sentirmo-nos as donas da pista (em que o que não falta é pessoas a olharem para nós de alto a baixo) e em que depois disto ainda chegamos a casa e temos um quarto grande, quente cheio de colchões e almofadas para termos uma noite de descanso até ás 14h da tarde do dia seguinte e acordar para comer cozido à portuguesa (que em minha casa quando a minha mãe faz mal como, mas lá comi!), aproveitar a tarde, meter-me dentro dum comboio e regressar... Simplesmente um fim-de-semana a aproveitar por alguém que tão breve não vai poder divertir-se assim! E a culpa não é só do frio. Abençoado foste fim.de.semana passado, mas bem abençoado!

amanhã vai fazer uma semana que...

sabes à quanto tempo é que me convidaram para ir ao cinema? Pois, nem eu. Mas faz amanhã uma semana que alguém me fez o convite e que apesar de eu ter o filme em casa, esperei até ao último minuto para o ver no cinema, contigo.




...Fui ver o 2012 ao cinema!

domingo, 15 de novembro de 2009

be-cau-se-of-you

"Want to but I can't help it
I love the way it feels
Just got me stuck between my fantasy and what is real
I need it when I want it
I want it when I don't
Tell myself I'll stop every day
Knowing that I won't

I got a problem and I... (Don't know what to do about it)
Even if I did I don't know if I would quit but I doubt it
I'm taken by the thought of it...

And I know this much is true
Baby, you have become my addiction
I'm so strung out on you
I can barely move
But I like it

Think of it every second
I can't get nothing done
Only concern is the next time
I'm gonna get me some
Know I should stay away from
'Cause it's no good for me
I try and try but my obsession
Won't let me leave"

E para gozarem comigo

ainda fazem destas coisas. O que eu sofro!

'Um castigo é uma sanção usada para reprimir uma conduta considerada incorrecta'





A partir de agora por cada 'conduta considerada incorrecta', vou ser castigada.

Por muito que digas que não

és sem dúvida parecida com a Nelly Furtado, minha S.!
Hoje fazes anos e não sabes o esforço que vou fazer para no próximo fim-de-semana poder estar contigo. E também não sabes o quanto gosto de ti, e o quanto te acho linda, linda, e linda e extremamente parecida com a Nelly! Não não sabes. Mereces tanto. Parabéns pequena

Saudades daquelas nossas tardes! Eu sei que a distância não é assim muita, mas o que é que eu hei-de fazer?
Se ao menos tivesse carro, ainda fazia uns 15km x 2 várias vezes, tudo, para estar contigo. O máximo que posso fazer é meia hora (x2) de comboio. Não é que por ti não valha a pena, é por mim que sou uma desgraçada!

oh se faz favooooor



Pede-se aos meninos que na noite de sexta para sábado se meteram comigo de várias maneiras, entrem em contacto comigo se faz favor!
Meus, sou eu, a Daniela está bem? Como se houvesse muitas Danielas por este mundo fora. Como se a culpa fosse vossa de eu nem sequer ter perguntado os vossos nomes. Se ao menos no próximo fim-de-semana vos pudesse voltar a ver.. A única coisa que sei, é que não são de cá, são de Lisboa! Boa, Daniela! Ainda por cima diz-se que eu dei a entender que os estava a desprezar! Não, não estava, estava-me a rir, mas não estava bêbada, e muito menos a desprezá-los! É o que dá. Agora nunca mais vou voltar a poder-lhes dar uma informação quanto mais voltar a vê-los! Em 3 ou 4 encontrões, a única coisa que sei é que eles são de Lisboa e têm amigos a estudar cá. Também me mostraram com o dedo quem eram, mas eu estava míope, só podia! Se ao menos eu me lembrasse de quem eram os amigos... Mas não lembro.  E não os vou voltar a encontrar para remediar as coisas.

sábado, 14 de novembro de 2009

XXVI Festa do Castanheiro

Marvão.



Muito Nevoeiro. Muita Gente. Frio. Castanhas. Filas. Gente Conhecida. Alentejo. Família. Fotografias. Vento. Feira, Feira, Feira.
E esqueci-me do telemóvel em casa.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

eu disse, até que fiz.



Há aqueles momentos em que nos dá para amuarmos e dizer 'Vou-me embora' mas que mal estamos a virar as costas, damos meia dúzia de passos,  e damos por nós a virar as costas outra vez. Até ao dia, em que nos cansamos de dar meia volta e andar para atrás, e andamos para a frente. 'Se for ele, ele volta'
Tenho aqui um ódio dentro de mim mesmo guardadinho para ti.

F.



Hellooooo, alguém me diz se aquela minha amiga loira de olhos azuis bem clarinhos, que está (ou devia estar) para os lados de Lisboa, rodeada da sua Biologia ainda está viva? Ou já ressuscitou? É que para além de já não a ver à meses tenho estado a tentar ligar-lhe e o telefone toca, toca, toca...
Miúda, já davas sinal de vida? Estou aqui com umas saudades!

' someone needs to tell you this is it'



"You had me
You lost me
You're wasted
You cost me
I don't want you here
Messing with my mind

Spitting in my eyes and I still see
Tried to keep me down, I'm breaking free
I don't want no part in your next fix
Someone needs to tell you this is it

Hey listen you'll be missing
Out on all my love and my kissing
Make your mistakes on your own time
When you come down
You're just no good to have around"

terça-feira, 10 de novembro de 2009

se calhar, é por isso!

"Se ele não consegue ter uma conversa confortável consigo, é porque se calhar esta não é a melhor altura para saírem juntos. Se calhar ele tem outra (e não se esqueça que há várias maneiras de ter outra, desde a ter na cama até tê-la apenas na cabeça, no desejo ou na memória...), se calhar não gosta assim tanto de si, se calhar vê mal, se calhar tem um medo pânico de lhe calhar na rifa alguém com quem tenha de se comprometer a sério, se calhar acha que você tem 'casamento' escrito na testa, se calhar você é uma mulher séria e ele tem fobia a mulheres sérias (dão-lhe azia), se calhar você não é tão séria como isso e ele tem fobia a essas também, se calhar ele gosta mais da sua amiga Joaninha, se calhar corre-lhe mal a vida, se calhar é gay, se calhar Marte não está alinhado com Vénus, se calhar pura e simplesmente não lhe apetece. Esqueça e ande para a frente."

oh mãe...! Deixei de ter vergonha e pela primeira vez escrevi directamente no hifive.




Para além da minha Quelara, existem outras pessoas que fazem a minha vida ter sentido. Refiro-me aquelas pessoas que encontramos a cada passo que damos, que sabem quando mais e quando menos precisamos delas, e pessoas que sabem que nós não somos interesseiros ao ponto de não nos querermos sentir sozinhos, mas sim de a qualquer momento podermos contribuir com o que nos proporcionam. Pessoas assim como a Quelara, a quem chamamos de amigas/amigos. Mas não pensem que esta é a única pessoa na minha vida, porque não é. Tenho sempre a minha Teresinha, o meu Alexandre, o meu irmão Daniel, a minha Flávia, as minhas Saras, as minhas Danielas, a minha Inês, a minha Susana, o meu Mário, o meu João e muitas outras mais. Todos os restantes que nos mostram um sorriso, que nos estendem a mão e que fazem questão de nos lembrar que têm os ombros desocupados, e que por isso, se nós tivermos com que os ocupar, eles estão lá para isso mesmo. Ás vezes como se não bastasse estarmos magoados o suficiente, eles fazem questão de nos dar um abanão ainda maior, não com o objectivo de nos meterem pior, mas sim, querendo demonstrar que querem o nosso bem. E eu também quero o bem deles. Porque tenho a certeza que nos bons e nos maus momentos são eles, mais que ninguém, que vão estar ali para me aturar. Ainda existem aqueles que não nomeei que são aqueles que por vezes lá se lembram de marcar presença num dia qualquer. Aqueles com quem tiramos pouco tempo para estar, para ouvir, e para falar, mas que lá no revelam ser grandes peças para fazer parte do nosso coração. E passamos a vida nisto, a construir o coração, como se ele fosse um puzzle, metendo sempre lá cada vez mais pessoas, quando só algumas é que encaixam. E como para mim é tudo relativo, ainda vos digo que há peças e peças! Há umas que encaixam na perfeição, aquelas que mudamos de um lado para o outro para ver onde encaixam - se é que encaixam - e aquelas que simplesmente não encaixam, porque fazem parte doutro puzzle. E como tudo é mesmo relativo, há puzzles e puzzles. Existem os puzzles grandes com peças pequenas, os puzzles pequenos com peças grandes, e puzzles que nem dão para construir. Mas não temos de nos preocupar com isso. Temos é de saber de que tamanho é o nosso coração e de quantas peças é que constroem, e atenção, não existem peças repetidas, nem com a mesma forma! Para além de vos estar a transmitir que todos os dias tento construir o meu puzzle, com cada peça que encontro a cada passo que dou, digo-vos também que sempre tive uma queda para escrever.

(é que ninguém, mas ninguém mesmo, faz destas coisas, sinceramente!)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

assim como quem diz



em breve, é dia dez. Perguntam-me vocês 'e então?', ou então, 'olha e depois é dia onze', pois o significado agora é mesmo assim, dessinteressante. Se as coisas estivessem doutra maneira, dia de dez de novembro poderia querer dizer alguma coisa. Agora não diz nada. A não ser saudade. Ou então 'porquê?'.

'hold on little girl show me what he's done to you stand up little girl'




"Hold on little girl
Show me what he's done to you
Stand up little girl
A broken heart can't be that bad
When it's through, it's through
Fate will twist the both of you
So come on baby come on over
Let me be the one to show you

Build up your confidence
So you can be on top for once
Wake up who cares about
Little boys that talk too much
I seen it all go down
Your game of love was all rained out
So come on baby, come on over
Let me be the one to hold you

Why be alone when we can be together baby
You can make my life worthwile
And i can make you start to smile
When it's through it's through
Fate will twist the both of you
So come on baby, come on over let me
Be the one to show you

Just to be the next to be with you"

domingo, 8 de novembro de 2009

este mundo está perdido. Nem o futebol masculino é assim!



Que vergonha. É a isto que eu posso chamar uma excepção no futebol feminino. Um mulher que é mais homem do que mulher. Mas como alguém me disse, 'nem os homens..', realmente, nem o futebol masculino tem agressões assim. Eu para além de arruinar com a carreira dela, fazia-lhe pagar coimas às 'vítimas'.. MEU DEUS, .. este mundo está perdido.

quero ir mais longe.



Ontem, torneio. Consegui derrotar quase-concludentemente (termo usado pelo jornal à uns tempos trás quando decidiram meter lá a noticia da abertura do torneio, e apesar de eu ter ficado em segundo lugar, disseram que a vencedora 'derrotou concludentemente as suas adversárias') visto que no meu ultimo jogo perdi, mas como era a jogadora que tinha mais pontos somados por todos os jogos, desta vez o primeiro lugar foi meu. Fiquei contente quando derrotei uma adversária com quem no meu primeiro torneio tinha perdido (mas tinha estado a ganhar) e desta vez, não lhe dei hipotese.
Não sou a melhor por isso. Tenho muito que treinar. Sou realista o suficiente para admitir que tenho muito trabalho pela frente mas sinto orgulho pelo que já aprendi. Desde a pega certa para os serviços, aos primeiros serviços semi bem feitos com a pega bem feita, ao posicionamento que deixei um bocado no primeiro torneio e por aí fora.
Tenho que agradecer a minha Woznhiacki (que me faz querer ser como ela), ao meu A. (que é de longe o miúdo que mais me motivou desde o inicio pela sua maneira de jogar e pelo seu jeito natural para qualquer desporto), ao meu professor (que nos dá o apoio moral necessário, que nos ensina a corrigir os erros, que tenta que nós demonstremos o nosso melhor, porque acredita em nós mais do que nós próprios) e aos meus restante amigos, principalmente ao M. (com quem falei ao telemóvel logo de manhã) e à Clara (que fez um esforço para estar presente), e às amigas da turma (que apesar da ausência deram o apoio) e também, ao pai de uma das minhas adversárias (que me deu os parabéns pelo meu primeiro lugar e com quem tive uns bons 5 minutos de conversa. Cinco minutos que me relembraram o quanto evolui, a força que tenho de ter para acreditar que posso ir longe. Que apesar de a filha dele ter quatro anos de treinos em cima, e de ter apenas dez anos, eu com menos de um ano de treinos e com menos de uma década a mais, não tenho tudo perdido).
Daqui para a frente é preciso consistência, não faltar aos treinos, encontrar mais motivação, mais concentração e dar o meu melhor, para quem sabe conseguir alcançar um daqueles sonhos que nós sabemos que são quase-impossíveis, mas que o trabalho, a esperança, a força de acreditar, são bons caminhos para pelo menos ir mais longe.

coração de açucar II



"Por ti, por tudo o que me ensinaste, por tudo o que já vivemos - ainda que em sonhos - por tudo o que aprendi a ser contigo, por ti, eu apanho as estrelas que for preciso." MRP

coração de açucar



Sabem quando temos vontade de dizer tudo o que nos vai dentro do coração? Como quem diz aquelas formigas que nos estão a tentar comer o coração como se ele estivesse recheado de açúcar? 5 minutos antes, deu-me um ataque destes. E quando cheguei ao pé dele foi como se as formigas já tivessem dado do meu doce coração. Ele mudou. Tudo o que queria dizer, ficou bem guardadinho lá dentro. E com vontade olhou para outro coração, assim doce, e talvez por isso, se tenha derretido.
Naquele momento senti-me obrigada a deitar fora todos os ressentimentos. Só fui capaz de o deixar falar e de ir falando. E conforme ía falando não era capaz de lhe dizer assim 'Olha, sabes? Já passou algum tempo. Mas tu não me sais da cabeça. Eu adoro-te, pronto. A minha vida sem ti não é a mesma coisa. Sim, sinto saudades tuas e quero que voltes a fazer parte de mim' porque também não lhe queria dar o orgulho. Então deixei-o falar. E depois disse (assim como quem não gostasse tanto dele) que em certas coisas ele tinha razão, mas que ainda tinha passado pouco tempo para o tempo sarar as feridas. E ele fez questão de eu sair dali com uma maneira diferente de pensar sobre o que aconteceu. Não, não deixou de ser cabrão(zinho), mas bastou ele explicar o que sentiu e dizer que por mais que eu pensasse que não, os nossos momentos tinham sido especiais e importantes, e que isso era um grande motivo para querer a minha amizade. Por mais que eu saiba que tenho de saber diferenciar as coisas, e por mais que eu queira para mim como-mais-que-amigo, já o perdi uma vez e não quero voltar a perde-lo. Deu seis e seis. Assim com quem diz que ficamos amigos e eu vou pôr os ressentimentos de lado. E por muito que ainda goste dele, e ele goste da ex ficarmos amigos não é assim tão mau. Com sorte pode ser que um dos conselhos que ele me deu se aplique a nós mesmos. Por isso, rapazinho, eu digo-te mais uma vez, quero que faças parte da minha vida, como aqueles amigos que estão presentes na nossa vida, e não como aqueles por quem passamos na rua com um 'olá' depois de tanta coisa que os uniu. Mas isso já não me cabe só a mim decidir.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

tell.me. you. love. me.



"Tu olhas para uma pessoa, uma pessoa que sabes que não é uma pessoa qualquer, porque o teu olhar fixa-se nela e quando ela olha para ti e sente o mesmo que tu, sentes que alguma coisa vai acontecer. Não sabes nada ainda, mas intuis, intuis com os teus sentidos, com o teu corpo e às vezes com o teu coração que aquela pessoa pode ter qualquer coisa para te dar, que não sabes o que é, mas sabes que um dia vais descobrir e que esse dia pode ser nesse momento, e é então que tiras os dados do bolso e os lanças para cima da mesa.
Quando nos interessamos por alguém, nunca sabemos no que vai dar. Lançamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso e muitas vezes nem queremos saber quanto deram: um e um, dois e quatro, três e três, cinco e dois, é sempre um mistério, porque a sorte também manda na vida, manda mais do que queríamos e menos do que gostávamos, por isso desconfiamos dela sempre que nos é favorável, mas aceitamos as suas traições como a ordem natural das coisas, por mais absurdas que sejam.
Os dados caíram quando levantaste o copo e eu vi no chão seis e seis, vi-te a apanhar os dados e a rir, ouvi a tua voz e quando começámos a conversar, percebi que os dados estavam certos. (...)
Acredito que todos temos direito a ter sorte e que, quando alguém aparece na nossa vida de repente, ou é porque nos vai fazer bem ou é porque nos pode fazer mal. E eu vi-te com bons olhos desde o primeiro momento, achei que me ias ajudar a limpar a tristeza, que a tua presença quase imperceptível na minha vida seria como um bálsamo, uma música perfeita e harmoniosa, um dia ao sol, ou uma noite em branco, daquelas que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas e que vale mesmo a pena estar vivo, só para as saborear.
Tu foste e és tudo isto, e ainda mais agora, que somos amigos; entre nós não há pesos nem amarras e o silêncio não quer dizer ausência, apesar da ausência reinar nos nossos dias.
Quando lançamos os dados, nunca sabemos no que vai dar; tu podias ser um assassino encapotado e eu uma neurótica disfarçada, mas tivemos sorte, porque somos duas pessoas normais, com coração, e dois ou três princípios que nos fazem estar bem com a vida e com os outros.
Só tenho pena de não ser dona do tempo, porque houve momentos que, se pudesse, teria vivido mais vezes ou mais devagar, como quem saboreia um chá de menta, ao fim da tarde, no largo da Igreja a ouvir os sinos. E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompido, digo-te agora e sem rodeios, fica comigo mais uma vez, vem rir do mundo e adormecer nos meus braços, abrir o teu coração e sonhar acordado, vem ter comigo hoje, porque eu quero lançar outra vez os dados e aposto que vai dar seis e seis outra vez, porque os dados nunca se enganam e a amizade é o amor sem preço e sem prazo de validade."

Margarida Rebelo Pinto - Seis e Seis

talvez, eu até me volte a arrepender.



Mas não resisti. Mandei-lhe uma mensagem.
Arranjei maneira de recuperar o número dele,e mandei-lhe mensagem. Com um bocado de sorte, também o recupero.

Batam-me que eu mereço, eu sei!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

love living fit!

Fui ao Viva Fit (para quem ainda não ouviu falar deste ginásio, feminino, que tem por característica a prática de exercício físico durante apenas 30 minutos (ou mais) diários, com flash's de 30 em 30 segundos que nos dão ordem para trocarmos de equipamento, e em que os nossos treinos são rápidos e eficientes..) é qualquer coisa de fantástico! Uma amiga minha fez-me a proposta de conhecer o dito na sexta-feira passada, e eu, aceitei!E gostei. Dei 30 minutos a mim mesma.

Mais informações aqui

'-pronto tu gostas é de cabrões(zinhos)' otários, pronto!




É verdade. E aposto que não sou a única. Apaixonamos-nos sempre pelas pessoas erradas. Aquelas que não gostam de nós da mesma maneira que nós gostamos delas e que (não só por isso) nos acabam sempre por magoar. E quando aparecem as pessoas certas, o que é que decidimos fazer? Não decidimos nada. O coração é que manda. E o coração é mais forte do que nós próprios. Decide não esquecer o passado impedindo de construir um futuro. Assim como quem diz, agarramos-nos às pessoas que não merecem e desprezamos o amor-não-correspondido que tanto desejávamos! Feitas tontinhas, é verdade. Mas também é verdade que se nós não gostamos dessa pessoa da mesma maneira não devemos magoa-la.. E quando devíamos tentar encaixar isto na nossa cabecinha a situação já é diferente.. Porque somos nós que acabamos por sair magoados! Porque numa situação inversa, somos egoístas, só pensamos em nós. E é assim que vamos perdendo oportunidades de ser feliz na vida! Depois andamos aqui todos a lamentar-nos por só gostarmos de pessoas que não gostam de nós enquanto desprezamos as que gostam de nós e mais tarde, muito certamente, a dar cabeçadas. E é aqui que ainda cresce uma esperança(zinha) de que talvez que nos desprezou volte. E voltamos ao mesmo ciclo, é certo.

'Relembrar é fácil para quem tem memória, esquecer é dificil para quem tem coração'



Apaguei o número do meu ex-namorado do meu telemóvel. E aprendi isto com ele. Ele fez o mesmo com a ex-namorada para quando pensava nela não correr o risco de dizer o quanto gostava dela e o quanto sentia a falta dela, e tinha sido ela a acabar com ele. E a nossa situação passou a ser semelhante. Eu gosto dele. Ele pensa que já o esqueci. Ele afastou-se. E eu para não estar constantemente a lutar por uma pessoa que não gosta de mim da mesma maneira, apaguei simplesmente o número. Simplesmente o único contacto que tenho dele é o e-mail. Vejo-o todos os dias à distância e quando passo por ele, tento dar-lhe o que ele merece, desprezo. As coisas não são tão fáceis como possam parecer, mas a nossa relação também nunca foi o que parecia ser. O facto de tentar, não quer dizer que consiga, mas faço um esforço tão grande como o que fiz pela nossa relação.

post(card)crossing



"so far, so good" como diz a minha Professora de Inglês. Mas que mais devo eu dizer sobre o titulo deste post? Também desconhecia. Mas depois de ter estado no Blog da Rosie (Um lugar chamado Aqui) li sobre isto e fui parar a outros blogues que falam do mesmo, e sei lá... Já fiz inscrição e já tenho uma morada para enviar um postal. Não me perguntem o que estou a fazer, porque, sinceramente, também não sei. Desde que ligo a uma pessoa que nunca vi na vida e que sei tanto da vida dessa pessoa como essa pessoa sabe da minha, mas que nunca demos de cara um com o outro, já me meto em qualquer aventura. Esta parece-me ser, como é que hei-de dizer? Um bocado, perigosa, mas não deixa de parecer engraçada. Então para mim.. Nunca enviei um postal na minha vida, muito menos para uma pessoa desconhecida para um sitio qualquer do mundo. Oh Meu Deus! Estarei doente? Cheira-me mesmo que vai ser engraçado mandar postais para várias partes do mundo! :)

P.S.: Só espero é que os postais não tragam a gripe com eles!

domingo, 1 de novembro de 2009

esqueci-me de dizer

neste post que depois de ontem, passei a gostar menos. O meu Benfica perdeu. Mas como alguém diz 'só és do benfica quando ganha', o que é querem? É só como eu o conheço!

i'm a twilght new moon desperate



Por favor, não me massacrem mais. QUERO VER O FILME  ponto final

halloween



Nunca percebi qual era a piada deste evento, ou desta época, whatever. Nem nunca estive interessada em saber. Mesmo apesar de quando era mais nova fazer deste dia um dia de Carnaval e de pregar algumas partidas, não muitas. Mas nunca achei piada, e agora cada vez acho menos. E mete-me ME-DO. Isso mesmo. e não me perguntei porquê, também não sei, mas associo o halloween ao filme 'Scream'.

nunca aprendi francês



apesar da convivência com o irmão do meu falecido avô e de uns dos seus oito filhos e não sei quantos netos (porque mal conheço os filhos quanto mais os netos), gostava, gostava de os perceber e de falar como eles. Há para aí uns anos atrás, o francês irritava-me profundamente, achava o francês a língua mais estúpida (e alguns franceses também). Mas hoje não. Hoje acho-os um bocado estranhos porque ás vezes vejo cá com cada francês(como a bela da minha prima) que parece que não têm noção de que a palavra agricultura também existe em francês. Não sei em que região é que eles vivem, mas a sensação com que fiquei foi que nunca tinham visto nada disto. Eu ainda imaginei que na França não houvesse nada disto. Por momentos achei que na França era só laboratórios que produziam tudo, mas tudo, a partir de laboratórios. Porque com a cara que a minha prima fazia (e não tenho nada contra ninguém, simplesmente, não percebo) olhava para os pais dela a ripar, a escolher, a apanhar a azeitona. Sim, porque eu lá tive que mexer o meu rabiosque até à minha casa e ás minhas origens camponesas. Apesar de também quase nunca ter mexido uma palha no que toca a agricultura. Mas quando era pequena passei muito tempo a olhar e aprender com a minha família, no campo. Agora eles, saíram daqui com 5 anos (hoje já passam dos 30) e parecem umas almas raras. Mas contudo, acho-lhes imensa piada. A prima loira, elegante (então com aqueles não-sei-quantos- quilates de ouro ao pescoço) com o seu Jean-Claude (que quando saiu do seu audi me pareceu, à primeira vista, o George Clooney, mas só à primeira vista.) mas quando soube o seu nome ainda me perguntei 'Será que toda a mulher portuguesa quando se apaixona por um francês - por pura coincidência - o gajo tem que se chamar Jean-Claude?' - é só porque aconteceu o mesmo com a mãe de uma amiga minha. Não é nada contra, mas faz-me impressão, pronto. Gosto de trocar palavras que acabam por ser traduzidas que nos ligam uns aos outros, simplesmente porque vivemos num país diferente onde pouca coisa muda, para além da qualidade de vida, claro. No fundo a nossa família da parte materna foi dividida entre o francês e o português, como quem diz entre França e Portugal. Já que o meu tio, irmão do meu falecido avô (que esteve na França durante alguns anos) decidiu ir viver para a França quando eu ainda não era nascida. Mas que ao longo da minha infância, fui conhecendo. E ele não perdeu as origens. Quando vem cá fala o português. Mas irrita-me quando começa a falar para a minha tia em francês. Já parece os meus outros primos/tios da Bélgica da parte materna que quando estão cá ás vezes lá lhe dá um ataque para falarem francês uns para os outros. Parece que querem mesmo que ninguém os percebe. Faz criar um clima de segredos. Já sei, a culpa é minha. Bem que podia ter escolhido francês em vez de espanhol, mas naquela altura achava que o francês era uma porcaria e que se passasse algum tempo com a minha família que é 44% francesa e 56% portuguesa (mas que sabe mais de francês que português) acabava por aprender o francês, para o mínimo que ele me fosse necessário. Mas, epá fico impressionada com estas coisas, fico! E fico com uns convites para ir à França e com a convivência 'comprender o francês' como diz a minha prima com aquele sotaque nos r's. Eu sempre soube que pronto, a minha família paterna nunca foi de muitas falas para a parte materna, mas realmente, os primeiros escolheram a Bélgica e os segundos a França. No fundo vai tudo dar ao mesmo. Por incrível que pareça até falam da mesma maneira. Mas agora a sério, na França não deve haver muito de agricultura por causa das condições climáticas, por isso há, mas em menor quantidade, só em determinadas regiões (que não onde aquela parte da família mora) como Marselha, Bordéus, entre outros. Mas ainda consegui falar com o Jean-Cloude, quando ele falou em inglês, nada mau. Para além daquela ligação de palavras traduzidas.

têm-me dito que só venho ao blog para



escrever (mal) sobre rapazes. Que rara é a vez em que vêm aqui ler coisas boas sobre eles, porque sempre que vêm aqui, deparam-se com a minha raiva por cada um que passa na minha vida. Dizem que só sei é falar mal, mal, mal.. Oh meus amores, o que é que querem que eu faça? Que deixe de escrever sobre eles? Isso não pode ser, porque se eu calho a despertar certa raiva que há em mim, o mais provável é engordar de um dia para o outro, ou então virar empregada doméstica. Em último dos casos, parto para o suicido (por motivos estúpidos, eu sei. Eles não merecem nada. Nem o ódio, e muitas vezes, nem o amor.). Mas pronto. A culpa disto já sei que é minha. Porque às vezes vêm-me parar à palma da mão os protótipos de homem que eu queria na minha vida, e eu, em vez de os agarrar, não. Mando-os para um certo sítio (não para o mesmo que mando os que me magoam!). Sou uma parva eu sei. Se eles são raros e se vêm ter comigo porque é que eu fujo deles? Simples. O meu coração tem medo, e por ter medo, foge. Ganha pernas e lá vai ele. Cometer a estupidez de lutar por quem não merece, mas luta. Há corações que não lutam, mas o meu luta. Luta pelas pessoas erradas. É ele, e eu. Parece que gostamos de correr no sentido contrário. E em vez de lutarmos pelas pessoas que gostam de nós, não, lutamos pelas pessoas de quem nós gostamos e que não gostam de nós. Parece que a dor nos dá prazer. Porque por mais dor que nos causem, mais nós continuamos a querer sair magoados. Nós até podemos tentar fugir ao sofrimento, mas quando queremos fugir, é como se tivéssemos um íman que atrai o sofrimento. Mas há-de chegar o dia em que não nos arrependemos de sofrer (porque parecendo que não, é com a dor que aprendemos) mas arrependemos-nos de fazer sofrer. Então decidimos tentar construir o que no passado era impossível. Não é que depois seja possível. Mas já vemos as coisas de outra maneira. Porque quando éramos nós a gostar e o sentimento não era inexistente mas era insuficiente, dizíamos que 'o amor não se constrói de um dia para o outro. vai-se construindo', e pedíamos uma oportunidade. A oportunidade de tentar e ver o resultado. De uma maneira ou de outra acabávamos por sofrer é certo, mas ao menos tiramos as dúvidas se valeria ou não a pena (apesar de na maioria das vezes, por não ter dado certo, não ter valido a pena). Mas ao menos ficávamos 'satisfeitos'. Por isso é que quando pensamos em desprezar uma pessoa que gosta de nós, devemos pensar se era isso que nós também gostávamos de ter quando somos/éramos nós a gostar. Não digo que temos de fazer para gostar dessa outra pessoa da mesma maneira, mas porra, podemos ao menos tentar conservar o sentimento! Mas é preciso saber ter cuidado do lugar e da maneira como se conserva o sentimento e a pessoa, porque um dia, o mesmo pode passar de validade. E quando uma coisa passa de validade e não é consumida, estraga-se e dá-nos a volta ao estômago.