terça-feira, 29 de dezembro de 2009

hum, e agora, hum?





Somos os maiores! Não dá hipótese. A minha mãe esteve lá. É que não se compara Oprah!

Sabem do que é que eu gostei este Natal, sabem? E querem saber?



Foi disto. É bom saber que ainda há pessoas que gostam de gastar a sua energia, que se gostam de divertir e que gostam de passar as duas coisas para outras pessoas como também lhes conseguem pôr um daqueles sorrisos e uns olhinhos brilhantes para se notar a magia do Natal. É mesmo bonito de se ver!
Gostei muito de os media terem partilhado isto connosco, gostei. Mas aquilo tem dedos de escolas de dança, e de horas extra, para alguns dos trabalhadores da companhia aérea, lá isso tem. Excelente trabalho, sim Sra.!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

desnatal



Sabes, nunca fui passar férias à neve, nem à Serra da Estrela, nem a França, nem à Suiça, mas com um bocado de sorte, tive oportunidade de ter uma vaga ideia do que era acordar, olhar para a rua, e ver tudo branco.
Nunca atravessei Portugal para ir ter com a minha família, faço no máximo 22km para os poder visitar, não é que isso seja orgulho, mas quando vou lá e decido levar lá os meus amigos, tenho orgulho, em poder passar em todas as ruas e dizer que este e aquele são me isto e aquilo. E por mais desvios que tente fazer, não à rua que naquela aldeia não escape à minha família.
Nunca fui a destinos paradisíacos, nem nunca estive nos melhores e maiores monumentos do mundo, mas sinto-me grande, quando ao pé de muita gente posso deitar cá para fora, os sítios magníficos onde já estive em Portugal. Não só porque nunca tive a oportunidade de estar fora, mas sim porque acho que muita gente quer ir ver tudo o que é de magnifico lá fora, enquanto se esquece que temos muito mais valor que certos países.
E raros foram os anos em que tive um Natal a sério. Na minha memória só tenho dois ou três Natais a sério. Aquele que passámos em minha casa, que vieram os tios, os avôs, e as avós e aquele em que só faltava o avô paterno. A partir daí o Natal deixou, definitivamente de ser o Natal. Nunca houve espírito para o Pai que perdeu o Pai exactamente no dia 25 nem para avó paterna que perdeu o marido, fora as irmãs do Pai. Mas isso, por mais dor que possa trazer, não é desculpa para não viver o Natal. As irmãs também sentiram a dor, e sentem a falta e o Natal lá em casa é o que é. E se agora não sei o que é o Natal, pode ser que um dia, quando tiver filhos, essa seja uma das coisas que eu nunca tive mas que por nunca ter tido lhes quero dar. A eles e a mim. Sem querer desvalorizar as vésperas de Natal que tenho tido a oportunidade de passar, com e sem alguns elementos da família, nem o momento em que abrimos as poucas prendas antes da meia noite, nem os momentos pequeninos que quase me passam ao lado, como quem diz, sem sentir que "Uau, é Natal!". O Natal para mim, não é só "passar com a família cheios de amor e paz" e todos esses votos só porque "isso é que é o Natal", porque não é, faz simplesmente, parte do Natal. E por mais que a melhor prenda seja estarmos todos juntos, mais um ano, isso não chega. Porque há sempre uma discussão, momentos desagradáveis, uma presença de uma desunião familiar, que nos tira o pouco espírito natalício que restava.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Sei que este vai ser outro Natal diferente do normal. Ainda era pequenina, mas a começar pelo meu pai, o natal nunca mais fez sentido desde 97 por aí, e acabando an minha avó paterna. E o espirito cada vez é menos. Depois a avó materna e a mãe, apesar de não ter sido por esta altura, são pessoas que fazem sempre falta, para encher de amor.
É nesta altura que temos de dadar amor a quem mais gostamos, mas o que poderemos nós fazer se não o podemos demonstrar a quem já cá não está? Estas coisas também precisam ser ditas, desculpem.



Tenho é de comprar uma mansão, fazer meninos, para me alegrar vê-los a andar de um lado para o outro, ver a àrvore de Natal cheia de presentes, ver toda a familia reunida junto à lareira, ver muita gente a cozinhar, ver o amor que se espalha em vários m2 e que concerteza não se desperdiça!
Mas não é por não ser nada disso que amanhã à noite não vou estar acompanhada deles os 4, que não vamos estar na cozinha, que não vamos estar junto à lareira e que não vamos esperar até à meia noite para abrirmos os presentes (que eu pela primeira vez comprei, tirumrumtim!). Fora os doces, que não me escapam, já estou mesmo a ver. Mas vocês? Vocês não fiquem a olhar para mim? Façam calor humano, encham-se todos de amor, vejam muitos filmes, conversem muito, abraçem muito, dêm muitas prendas, recebam muitas, não se esqueçam de ninguém, cuidado com o tempo que para aí anda, e por aí fora e façam-me o favor de ter um BOM NATAL :)

dá para notar que..

..estou de férias?!
Mas estou. E aproveitei para trabalhar. E ainda não peguei em nada da escola, nada, isso mesmo. Mas hoje é a véspera de Natal, não trabalho.. Se calhar ainda é hoje.. Ou não! Lembrei-me agora que se calhar a minha avó ou a minha mãe vão precisar de um empurrãozito. Ai vó, os velhoses que mandas-te na sexta feira estavam mesmo deliciosos, faz outros assim, mas com menoos, me-noosss calorias, sim? E quero comer bacalhau, e somente ba-ca-lhau, nada daquelas coisas verdes que se diz que se enrolam em certos sitios. Pelo menos para mim.

uma tarefa di-fi-cil.



Fui comprar as prendas de Natal muito restrigidas e como disse NÃO, OBRIGADA quando me perguntaram QUER QUE EMBRULHE? e decidi ir comprar papel de embrulho e ser eu a embrulhar. E está provado cientificamente, que esta é mais umas das coisas que eu não consigo fazer. Ou pelo menos, que não consigo fazer como deve ser, como quem diz razoavelmente, mas safo-me ohoh..Para o ano, não me escapam seus embrulhos jeitosos!

vinte e três e um puzzle



Quando uma pessoa tem consciência e é aventureira é capaz de quebrar barreiras de preconceitos e partir à descoberta. Tenho uma vaga ideia desde as nossas primeiras trocas de conversas, lembro-me perfeitamente da primeira vez que te liguei, não esqueço as horas diárias que passamos agarrados ao telemóvel, e nem acredito que pela primeira vez marcas-te presença na minha vida. Mas não foi esta a primeira vez em que começas-te a fazer parte da minha, acho que isso já aconteceu à algum tempo. Se por vezes nos sentimos com a sensação de partilhar com as pessoas presentes no nosso dia-a-dia, os laços que criamos com pessoas que por uma razão ou outra entram no nosso dia-a-dia sem nos apercebemos, é normal que ao inicio o preconceito surja. Principalmente quando duas pessoas com uma diferença de oito anos, que nunca se viram na vida, como é que é possível ser só a criação de um novo laço? À primeira vista, pensa-se que das duas uma: ou é pedófilo, ou é solitário. E por incrível que pareça, por muito que se olhe para ti de alto a baixo, e que se tente associar alguma coisa, são duas características que não encaixam contigo. Se encaixassem contigo, era preciso seres muito solitário para não tarda muito, estares à um ano, a acompanhar o meu dia-a-dia, em todas as trocas de palavras possíveis. E se fosses pedófilo, meu deus, que maneira tão subtil de o tentar fazer. Acho que nem um pedófilo, nem o solitário se davam a tanto trabalho. No nosso caso, as coisas poderiam acontecer de várias maneiras. Eu podia simplesmente identificar-te como um leitor (assíduo e pontual) do meu blog, e só por isso trocarmos de coisas que se baseassem nisso, como acontece com a maioria das poucas pessoas que vêm ao meu blog por gosto. Mas tu, mostra-te logo que era gosto, era hábito e muita vontade de me meter sempre bem-disposta. Contagiaste-me muito, mas mesmo muito, com a tua boa-disposição. E com o teu à vontade. E com a presença que ias marcando. E depois juntos, parecendo que não, já construímos qualquer coisa. Nada que vá para o recorde do Guinness nem para o Património da UNESCO, mas que com muitas pessoas não tenho conseguido, e aí, talvez a desculpa até seja, não estamos juntos todos os dias, porque certamente se assim fosse as coisas seriam totalmente diferentes, digo eu. Apesar de falar muito e muito contigo, não posso dizer que te conheço, mas sim que conheço a tua maneira de ser, comigo. Para te conhecer, é preciso muito tempo, e muitas maneiras de chegar até ti, e todos nós somos realistas ao ponto de dizer que por mais tempo que seja, para conhecer uma pessoa, nunca é o suficiente, nãoooo é? Mas hoje quando, parecendo que não, estivemos juntos, quase que tive a sensação de como se nos conhecêssemos à muito tempo, quando no fundo ainda só me habituei à tua companhia ao telemóvel, essencialmente. Mas como desde sempre, me deste um grande à vontade, e sempre me cativas-te com a tua maneira de ser, não tive medo, nem arranjei desculpas, para não desperdiçar uma “folga matinal de trabalho”, meter-me num comboio às 8 da manhã e às 9 da manhã, quando sei lá, podíamos nem sequer conhecermo-nos, ou podíamos ter combinado encontrarmo-nos sem ser com 9 ou 10 horas de antecedência, ou como quem diz, à última da hora, e quando sei lá eu podia dormir e descansar uma noite em paz em sossego (se não fosse o temporal que se fez sentir nesta madrugada), portanto, podíamos nem sequer ter a simples curiosidade de saber se tudo o que estava por trás do que se estava a construir eram as mesmas pessoas a quem conseguíamos associar certas e determinadas características, ao fim de algum tempo. Depois de ter estado 4horas e não sei quantos minutos, tive a sensação que não tinha passado de um daqueles encontros entre amigos, de quem não se vê assim, faz algum tempo. Quando no fim, tudo o que se tentava associar, encaixava que nem um puzzle.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

this christmas I gave you my heart ...

...but the very next day you gave it away!

E por causa disso, comi os ferrero rocher que tinha para te dar. E já não posso dizer que 'all I want for christmas is youuuu, baby!" - apesar de querer, e muito. Mas há coisas que, simplesmente, não fazem sentido.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

será?



"PIN DO CARTÃO DE CRÉDITO

SENHA DO CARTÃO DE CRÉDITO INVERTIDA

Se fôr alguma vez, forçado por um ladrão a retirar dinheiro da caixa de multibanco, pode avisar a polícia imediatamente, digitando a sua senha ao contrário.
Por exemplo, se a sua senha fôr 1234, então digite 4321.
A máquina reconhece que a sua senha está invertida, de acordo com o cartão que acabou de inserir.
A máquina, de qualquer maneira, dar-lhe-á o dinheiro mas, para desconhecimento do ladrão, a polícia será imediatamente accionada/enviada para o/a ajudar.
Esta informação esteve recentemente no ar na TV (a par com outras inovações tecnológicas recentemente instituídas pelo sistema bancário português) e declara que isso é raramente usado, porque as pessoas não sabem da existência deste mecanismo de defesa.
Por favor, passem isso a todos os vossos contactos.
É uma informação extremamente útil e necessária."

A minha pergunta é: será isto verdade? Será? Ou é mais um daqueles emails que são dignos de ir para o lixo sem serem reencaminhados? hum? Quem é que me vai tirar esta dúvida quem é?

foi só pegar no chá.




Tal como a Shanae me dá a entender "Tenho mesmo de ver como me vou safar, tenho. E urgentemente.Só me apetece estar longe de tudo e de todos, como quem diz, no quente e de preferência em casa" eu percebo-a porque estamos em sintonia. Comigo também foi mais ou menos assim. Só que eu, levantei-me toda desorientada, assim como que não dormiu mesmo nada, e como se não fosse a primeira noite, assim tipo zombie, e com sintomas de quem está mesmo a ficar novamente constipada. E mal olhei pela janela do meu quarto fora, e vi os carros cobertos de gelo, disse logo, pronto, estou arrumada. Queriam o quê? Sentia-me doente, sentia que se fosse para a rua o dia não me ía certamente correr bem, estava a dormir em pé porque já era a segunda noite que durmo mal, tava gelo na rua, e que não pensei duas vezes. Comi uma grande taça de chocapic e voltei a dormir. Fui acordando aos poucos e poucos com as mensagens que me enviavam mas fui dormindo dormindo... Depois feita preguiçosa nem almoço fiz e ai.. como me estava a saber bem o quente dos lençois. Depois assim mesmo lá mais para a tarde fui fazer chá, maravilha. Bebi ali quase um litro e meio de agua quente com sabor a camomila que me soube tão bem como um chocolate quente a muita gente. Mas sabem que mais? Está frio. E faltei às aulas. E a minha mãe disse-me que eu me quis baldar. Mas não. Sentia-me mesmo,.. doente. Mas amanhã tenho que estra boa, não posso faltar a um compromisso. Ainda por cima escolar, atenção. Só me apetece entrar já de férias. E está frio frio frio. E eu já sinto ranhoca no nariz.. E frio nas mãos mãos e nos pés pés. E doi-me muito a cabeça sim.

para completar o post anterior

i've traveled so far


"In my life
There's been heartache and pain
I don't know
If I can face it again
Can't stop now
I've traveled so far
To change this lonely life

I wanna know what love is
I want you to show me
I wanna feel what love is
I know you can show me"

se fizerem uma coisa assim, no fim do ano lectivo, eu vou.



É que só soube disto hoje, e o Pai Natal já mandou uma carta a dizer que as prendas de natal esgotaram-se. Este ano houve pedidos excessivos! Eu é que fazIA uma grande moche ao fim de aulas fazIA.

"se a ti te gusta a mi me encanta"



Olhem que engraçadinho que ele é! Fez as malas, pegou  livro do Dawn Brown, meteu-se num avião e foi para Punta Cana. Isto é, .. injusto, não sei se é esta palavra que se aplica, mas pronto é tudo menos justo. Aqui está um frio do c****** e a esta hora ele deve estar lá a apanhar um banho de sol dos quentes, quentes. Ai que raiva. Mas olha, eu hoje fiquei em casa. Ainda nem sai de casa, portanto, estamos mais ao menos tipo quites,.. Por hoje. Está frio, frio, fri-o... Aqui, aqui, a-qui.  E ainda me escreve a frase do titulo deste post, é no facebook, é no hi5, não tarda muito deve ser no messenger. E pronto, eu aqui. A ter de ler estas coisas.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Pode ser que um dia destes ganhe inspiração para escrever alguma coisa de jeito.. Pode, pode ser que sim ou pode ser que não. A ver vamos.

"é bem feito"


Ainda me lembro do dia em que a minha mãe foi chamada à escola por causa do meu mau, como quem diz, péssimo aproveitamento. E também me lembro do quanto os meus dias mudaram a partir daí. E lembro-me das mensagens do meu irmão, que mesmo à distância, fazia questão de me dar na cabeça. E de muitas outras pessoas.. E os telefonemas a dar cabo da cabeça? A partir daí as coisas foram simplesmente.. diferentes. E sempre soube quem foi tudo bem-feito, eu merecia. E também sei que o merecia porque as ditas pessoas só queriam o meu bem. E depois eu voltei, voltei para mostar que me esforcei e que consigo ir longe, ou ainda mais longe. E sinceramente já merecia mesmo uma coisa destas, à algum tempo. Merecia. O que me deu mais orgulho, foi a mudança que tive de fazer e o que a dita demonstrou. Lições de vida. Pode ser que daqui para a frente as coisas sejam diferentes, melhores. Mas ainda há muito que fazer. Muito por onde recomeçar.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

huummm :)

Mais um miminho. Desta vez vem da Jezebel do blog Ruelas, e este dedico a todos os meus seguidores e a todos os blogues que sigo. Um muito obrigada e não se esqueçam de reencaminhar este lindo selo :)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

meus queridos, e que tal uma cidade flutuante?

Maior que o Dolce Vita Tejo só mesmo o Oasis of The Seas. Um dia quando ganhar o euro milhões e me encher de coragem, meto-me num cruzeiro destes.




mais aqui.

essa coisa que se chama ídolos #1

Os ídolos quando americanos, fazem-me crer que o objectivo de todos os concorrentes é tornar-se um ídolo, não só pelo seu talento(ou pela falta de..), mas sim pela história que trazem consigo. Porque quem vê os ídolos americanos sabe bem que antes do dito, aqueles minutos antes das pessoas mostrarem o que valem, os concorrentes explicam o que é que lhes traz ali. E de muita coisa que ouvi, é tudo, menos seguir o sonho de cantar,.. Esse é o último objectivo de um concorrente dos ídolos americanos. Mas lá que as histórias não é o que prova o talento, até me dá motivos para dizer que há gente mesmo boa neste programa. Mas gente que é melhor, ou muito melhor, que muitos artistas que para aí andam a dar concertos. Mas os ídolos, quando portugueses, não sei que raio de palavra hei-de arranjar para os descrever. Agora percebo porque é que é um programa de entretenimento, é que aquilo, na fase dos castings é melhor que os malucos do riso (também não é muito difícil pois não? - não tarda muito tenho a sic a processar-me!). Estes ao menos vão para lá para irem directos ao que sabem fazer (ou não!). Lá dizem o que os trouxe lá e por incrível que possa parecer, e na maioria dos casos, é porque gostam de cantar e porque a música lhes preenche o espaço no coração que os americanos têm vago para o programa arranjar soluções para os seus problemas.
Meus, todos nós temos os nossos problemas na vida, não estou a dizer isto porque os problemas dos outros me passam ao lado nem porque não sei o que é passar por situações complicadas - porque tenho consciência que os problemas que tive na minha vida até hoje comparado aos problemas de outras pessoas não foi nada - mas esses ditos problemas fazem parte da vida e eles resolvem-se sem ser preciso a ajuda de um programa de televisão em que todos têm de ficar a saber dos problemas e a lamentarem-se por não poder ajudar, ou então, passa-lhes ao lado porque são uns insensíveis. Pois, porque não sei se já me fiz entender, mas não sou insensível, simplesmente acho que o objectivo de certas pessoas quando concorrem ao programa, é tudo menos alcançar o seu sonho. Ou de lutar por algo que os faz feliz relacionado com as oportunidades que o programa dá.
O que é certo é que este ano, os ídolos portugueses, esforçaram-se para mostrar que Portugal não fica nada atrás no que toca a talento. E o que disse para os americanos aplica-se aos portugueses : "...há gente mesmo boa neste programa! Mas gente que é melhor, ou muito melhor que muitos artistas que para aí andam a dar concertos." porque que isto faz sentido faz. E eu explico-vos porquê.
O André Cruz é um mimo. O miúdo transborda uma sorriso lindo, esta-se sempre a rir, toca guitarra e canta bem, e fascina-me! A começar por aqui - se ele ou alguém me aparecesse com aquele sorriso e com aquela guitarra e com aquela música, meu Deus... Ouve uma parte do programa em que ele me desiludiu sim, no rap, mas já percebamos que o rap não é o seu forte!;
A Inês Laranjeira, só me faz lembrar Lilly Allen e só isso me faz gostar logo dela. Entao quando ela canta..A miúda encanta-me com aquela voz! A começar por aqui , mas revendo este momento, e esta música linda.;
Depois o Salvador Sobral, bem ele canta mas canta bem. E depois a maneira de ser, não há palavras, é engraçado, pronto.E passei a gostar mesmo dele no vídeo anterior com a Inês, e quando foi a eliminatória do piano. Bem... Fantástico!;
Depois a minha Carolina Torres que é um doce. Tem uma voz que ponto é doce. Que começou assim.;
Além destes, só a minha T. é que sabe o quanto de boca aberta eu fiquei quando ouvi o menino Filipe Pinto, aqui. Miúdo, então tu vais para lá com esse vozeirão, que cantas tão bem que dás um gosto de se ouvir que é uma coisa doida, tocas guitarra e estavas à espera do quê? hum? Adorei!
Quem me surpreendeu e que eu ainda não tinha ouvido falar era a Solange Hilário, que me fez gostar dela aqui, mesmo.    
E por último, vou falar de alguém que já não é desconhecido a Mariline Hortigueira que tem mesmo jeito para a coisa! E pronto são estes, as minhas seis esperanças dos ídolos. Não quero desvalorizar ninguém, mas tenho um carinho especial pelos antecedentes referidos! Força meus queridos, vocês são os que têm mais talento para a coisa.
E já agora, o ídolos muda totalmente o aspcto de uma pessoa, digo isto, mas vocês de certeza que também já notaram que a aparência é um caracter importante.

os selos são uma coisa que...




.. ficam sempre bem num blog!
Seja porque o selo têm de ser atribuído a algum blog (e porque pronto, escolheu-se aquele), seja porque o blog é mesmo bom, seja porque somos todos amigos e todos merecemos um miminho de vez em quando, seja por uma destas razões, por todas ou por outras que não referi,.. Obrigada Mimi, nós agradecemos! (Eu & o meu Blog)

As regras são:
1) Seguir as regras;
2) Levar o selinho;
3) Identificar quem está, esteve ou estará no desafio e completar as frase:

Eu já... dei valor a quem não o merecia;
Eu nunca... viajei para fora do país;
Eu sei... que quando quero e quando me esforço chego onde quero;
Eu quero... que a guerra que reina o Afeganistão e o Kosovo, acabe;
Eu sonho... em alcançar os meus objectivos;

E porque há quem mereça, aqui vai:
Guia das Mulheres para Totós
Crónicas Rosa Cuequinha
Breathing Feelings
Não há desculpa sem culpa
Não estou a perceber!!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

agora sim, já estamos perto do natal!



Hoje entramos em Dezembro, não é ? Entramos bem, com um feriadozinho a uma terça feira (ufa, menos uma aula de português!), de hoje a 8 mais um feriadozinho (maravilha, 'lá vão duas...'), e depois as férias do Natal, o Natal e a Passagem de Ano! Depois com a chuva e com o frio, nada melhor do que ficar em casa no quentinho, que para pessoas como eu - que já estejam fartas de estar em casa - sabe bem dizer alguém para aparecer por cá, e ocupar o tempo com coisas tão agradáveis que juntos podemos fazer. Mas que sozinhos(as) também se podem fazer e que nos dá gosto fazer.
E aqui para mim que ninguém nos ouve, tal como eu sempre ouvi dizer que é no dia dos reis magos é que devemos tirar os enfeites de Natal, só hoje é que se deviam começar a meter. Porque não dá gosto nenhum a meio de Novembro já estar a gastar não sei quantos Kwatts de luz para iluminar a cidade com aquelas coisinhas bonitas que dá gosto de ver e que todos os anos é igual. Já para não falar no ambiente e no enjoo que provoca em pessoas como eu. E eu gosto muito da época natalícia, atenção!

feriados durante a semana

São bons para quem pode ficar em casa. Quando lhes apetece ter um daqueles dias chuvosos que só dá vontade é de me meter dentro daqueles lençóis às riscas e ler um livro, ou ver televisão, ou escrever no portátil, ou navegar pela internet para não dizer tantas outras coisas que sabem bem! Mas não.. Acordam-me às dez da manhã, com que questão de me chamarem à atenção que está na hora de acordar e de ingerir estudo para dentro da cabeça. Poupem-me! E detesto que me obriguem a fazer alguma coisa. Gosto muito de ser dona das minhas atitudes e de fazer as minhas tarefas quando me apetece. O importante é elas serem feitas e não cumprir a ordem. E para ser mais explicita, fazer as coisas pela ordem que quero e que acho que devem ser feitas. Se agora me apetece escrever, escrevo. E daqui a bocado vou estudar. Mas antes ainda tenho de almoçar! E é se depois não me deitar um bocadinho e ver um bocadinho de televisão ou de meter os phones e ouvir música, ou então de ligar a quem me apetecer, ou então de ir fazer companhia à minha mãe às compras, ou então de whatever. E então? Desde que não deixe as coisas para a última da hora, é na boinha, não é?
Estamos todos em casa menos o pai que com o atraso do trabalho teve que ir trabalhar hoje. Logo hoje! Que íamos todos almoçar fora para comemorar os anos dele já que fez anos ontem e que ontem não deu para comemorar. E como agora também não dá, pode ser que com um bocadinho de sorte logo à noite dê, mas sem exageros, porque amanhã não é só ele que têm de ir trabalhar, somos todos!
Mas o que cabia mesmo bem era um daqueles bolos de bolacha ou de chocolate, hummmm....!

não é defeito, é feitio #1



Mas existirá alguém que tenha o dom que eu tenho de deixar tudo para a última da hora? Ou alguém que faça isso melhor do que eu? DU-VI-DO.
Não falha. O que quer que seja, é sempre feito à última da hora! É o pequeno-almoço, é o duche, é as prendas, é o estudo, é as surpresas, é passar roupa, é carregar o telemóvel,.. E tantas mais coisas. Que dom, incrível!
Mas eu, ainda tenho esperança de conseguir parar de deixar certas coisas (as mais importantes) para a última da hora, a sério que sim, que tenho esperança. Há alguém que se ofereça para dar uma ajudinha? Ai em cima? Podia ser uma daquelas coisas que caem do céu, o que lhe parece? Dava uma grande ajudinha.

essa tua porta blindada



Tenho saudades de chegar a casa contigo e de cozinhar para ti. Sei que provavelmente tu não sentes saudades dos meus cozinhados, quanto muito do meu arroz, algo de que sempre me pude gabar, ou então que sempre pensei que podia mas que se calhar não posso. Lembro-me das nossas fantásticas horas de almoço e lembro-me de cada traço teu que com o passar do tempo foste riscando. Quando te conheci parecia que tinhas dentro de ti uma porta blindada que nem tu própria sabias onde tinhas metido a chave para deixar alguém entrar. E com o passar do tempo, juntas fomos forçando a fechadura até que conseguimos entrar. Ainda hoje me pergunto, se a chave não continua dentro dessa porta, se foi alguém que um dia também a conseguiu abrir e se esqueceu da chave lá dentro, impedindo que tão facilmente alguém conseguisse voltar a entrar. Mas esse alguém esqueceu-se que para uma chave existir, alguém a tem de fazer. E que para uma porta travar um caminho, alguém lá a tem de meter. Eu não sei quem foi que fez as duas coisas, mas sei que pelo menos consegui atravessar a porta. E apesar de não saber se sou eu que vou encontrar essa chave, quero ajudar-te a encontra-la. Porque aquela porta um dia também vai precisar que alguém a mude, e quando outra vier, não podes deixar que a chave se perca. Para só puderes deixar entrar quem queres, e para quem quer entrar (para ficar, não só para ver o que existe por detrás dessa porta) não tenha de arrombar a fechadura nem de persistir com a porta. Quem construiu essa porta dentro de ti, fez-lo por outros motivos. Mas hoje sei que se não fosse essa porta talvez hoje não eras quem és, e eu nunca tinha tentado arrombar essa porta. Não sei se foi a tua força de viver ou se foi a minha vontade de ficar, ou se não foram as duas coisas. E cada vez que olho para trás e me lembro dos abraços ausentes, das conversas longínquas e dos passos presos aos passado só me lembro de uma coisa: querer ficar. Porque acredites ou não a minha vontade de ficar sempre foi a mesma, e sempre quis marcar presença, e se o fiz, foi porque tu deixas-te, e se tu deixas-te foi porque tu também gostavas da minha presença. Sei que não fui eu que te dei forças para seres quem és, sei que foste tu própria, com a tua vida, que o decidis-te fazer. E espero que nunca te arrependas de o ter feito. Ao inicio ainda era tudo tão restringido, mas quando a fechadura dessa porta se cansou e se abriu, fiquei com certezas que não queria só ver o que estava dentro de ti, mas sim, ver quem tu tens dentro de ti. Mostras-te que és capaz de me abraçar quando consegues ver que esse gesto precisa de ser feito. Que és capaz de apesar da distância, não te esqueceres de mim. Por pouco tempo que agora não estamos juntos, sei que tu também te preocupas em aproveita-lo ao máximo. Seja comigo deitada numa cama, e tu ali sentada ao pé de mim; seja num estabelecimento público a comer crepes; seja no teu sofá a ver filmes; onde quer que seja sei que a confiança, o carinho, o riso e os sorrisos, os abraços e as brincadeiras, os desabafos e as conversas constroem a nossa amizade. Amizade que se talvez não fosse aquela porta, nem as tentativas de arrombar a fechadura, nem a força que tens dentro de ti não fazia hoje de ti uma pessoa tão importante para mim que marcou presença e continua a marcar presença na minha vida, como mais que uma companhia diária, com quem passar o tempo da minha vida. Não é que fosse tempo desperdiçado, porque já nessa altura aprendi muito contigo e tu própria já marcavas mais presença do que qualquer outra pessoa que apenas estivesse na minha vida para passar o tempo da minha vida. Hoje tenho a certeza que um dia essa porta vai precisar de ser mudada, mas que não pode deixar de existir, e espero que nessa altura me dês uma chave para eu poder entrar quando quiser, ou que guardes uma chave para me deixares entrar quando achares que é a altura ideal, e espero que essa porta não deixe existir, para me continuar a sentir presente na tua vida constantemente e para não deixares entrar e sair toda a gente que se limita a matar a curiosidade de saber o que existe dentro desse teu cantinho.

Para a minha T.
(que fez anos ontem)

sábado, 28 de novembro de 2009

do I look like I'm kidding?



Não sei o que é que me irrita mais. Se é ter pouco espírito para brincadeiras ou se são as pessoas que me irritam com as suas brincadeiras. Eu até nem sou daquelas pessoas que arrasta uma cara de trombas que parece o vestido de uma noiva a arrojar uns 30 metros, mas se calhar não tolero certas brincadeiras ou certas maneiras de brincar. Umas porque às vezes não sei diferenciar se é mera brincadeira ou se não passa de maneiras de implicar e moer a cabeça a uma pessoa, já para pôr mais de parte os assuntos e as conversas que surgem pelo meio. E já me chateei várias vezes, com várias pessoas por eu não saber brincar e por as pessoas brincarem com as coisas erradas. Ás vezes ainda fico na dúvida se sou eu quem tem razão, mas outras não me faltam certezas se foram as outras pessoas.

derbi da cebola



Provavelmente está toda a gente a ver o sporting-benfica, e eu para além de estar aqui a comer uma pizza, estou a escrever porque não tenho a porcaria do canal onde passa o jogo! Podia ter combinado com elas ou com eles e ver o jogo, mas não. Lembrei-me de pouca gente. E com este tempo que parece que estamos nas nuvens (porque esteve nevoeiro quase o dia inteiro) não apetece nada sair dos não sei quantos m2 acolhedores. Sei que nem todos os fins-de-semana são como o passado e que até mereço estar aqui em casa a comer uma pizza lasanha (que se em vez de ter pedido esta tivesse pedido uma com extra queijo eles esqueciam-se da parte do extra, mas como nem nomeei a palavra 'cebola', apareceu-me aqui em casa uma extra cebola - não gosto muito de cebola não. Mas disfarçada ainda se come. E depois o meu irmão para me incentivar a comer cebola fez questão de fazer uma pesquisa sobre os benefícios da cebola e descobriu-se que a cabelo reduz não sei quanto por cento o cancro da língua o que faz com que comer cebola benéfico, não bom porque tem um sabor .. que só dá vontade de sei-lá-o-quê). E não é que eu ligue muito a futebol, mas hoje apetecia-me mesmo ver o jogo. E se ainda não disse, digo já que me sinto gorda porque voltei a cair nas pizzas, nos double cheeses e nas batatas fritas, e não tenho ido aos treinos, e esta semana não tive aulas de educação física, o que faz de mim uma má pessoa, enganei-me, uma pessoa gorda. Além disso, não sei porquê mas a vida já me correu melhor - apesar de só agora estar a aprender certas coisas - se calhar até sei, mas prefiro nem tocar nesse assunto. Este fim de semana ainda não meti os pés na rua e por incrível que pareça nem a cabeça ou outro membro corporal. Está frio, está mau tempo e nunca imaginei que numa tarde de sábado iria ler histórias a alguém e que ia estar deitada na cama a receber uma visita (sim a imagem que tive também foi essa - doentinha tipo cama de hospital com uma visita (sentada) ao pé de mim na cama - o que não deixa de ser bom, porque pelo lado positivo, houve alguém que decidiu vir-me fazer companhia por breves minutos) e à noite muito menos pensei que ía voltar a fazer algo que me preenche, escrever. Mas no fim de acabar a pizza média extra cebola pode ser que fique com certezas de que não vou ter cancro da língua e que saiba o decorrer do jogo, e que, quem saiba se não passei já a gostar de cebola.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

sonhos, medos e fantasmas.



«Quando amamos alguém, não perdemos só a cabeça, perdemos também o nosso coração. Ele salta para fora do peito e depois, quando volta, já não é o mesmo, é outro, com cicatrizes novas. Às vezes volta maior, se o amor foi feliz, outras, regressa feito numa bola da de trapos, é preciso reconstruí-lo com paciência, dedicação e muito amor-próprio. E outras vezes não volta. Fica do outro lado da vida, na vida de quem não quis ficar do nosso lado.»

A Margarida Rebelo Pinto publicou esta semana mais um livro.  Um livro que só através dos excertos me faz querer dizer que mais uma vez, a mim  e a outras quantas leitoras o quanto nos voltamos a identificar com ela. É que não tenho dúvidas nenhumas.

Sobre o livro: «O Dia em que te Esqueci descreve os sentimentos de uma mulher que luta para esquecer uma paixão idealizada, enquanto a vida lhe vai apresentando outras formas de amor e de amar. Como podemos esquecer alguém que amámos? Segundo a autora, “esquecer é uma forma de morrer, ninguém quer viver a morte ainda vivo”. Esta carta revela-se uma lição sobre os caminhos que é preciso percorrer para alcançar o verdadeiro amor, traduzida numa narrativa envolvente e profunda, levando mais uma vez o leitor a fazer uma viagem interior, à descoberta dos seus próprios sonhos, medos e fantasmas.»

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

não passa deste fim-de-semana



Tenho, quero e vou ter de ver este fim de semana e ponto final

e agora que o Inverno chegou


e gosta de marcar presença, trouxe consigo o frio. E trouxe-me aquela vontade de estar em casa, a desfrutar do chá com as torradas. E depois com o quentinho da casa, que uma vez por outra lá me satisfaz, que mais posso dizer? Pronto, agora passo mais tempo em casa, assim bem aconchegada. Por vezes lá me surgem os pensamentos e noutras alturas a preguiça ocupa-se de mim. De vez em quando lá faço algo que me dê gosto ou que tenha mesmo de ser feito. Há dias em que não sei por onde começar com várias tarefas para fazer e dias em que por muitas que sejam, simplesmente não as faço. Mas sabe bem estarmos sozinhos e sentirmo-nos aconchegado. O que não sabe bem é faltar aos treinos, mas com este frio não apetece mesmo nada.Mas não é só o frio. Somam-se os problemas, reduz-se a paciência, e ganhamos uma preguiça descomunal.

É nesta altura é que o calor sabe bem. A começar pelos banhos de água quente!

vou só ali...


ver outros novos episódios da sexta temporada da anatomia de grey (que estreou na semana passada e eu vi!) e já volto

last weekend



O post anterior foi só para regressar em grande ao meu blog e este para dar seguimento ao meu fim-de-semana passado. Para além de não me levarem ao cinema à uns tempos (isto não significa que não tenho visto filmes nenhuns - mentira, tenho.) ainda tive o bónus da ladies night! Aniversários de amigas com quem não estamos constantemente, mas que não deixam de ser amigas! E que lá nos imploram e raptam para um jantar, para beber uns copos, pôr a conversa em dia, aproveitar a noite (fria, fria, fria - ou quente, quente, quente para quem bebeu muito) e dançar dançar até doer os pés e sentirmo-nos as donas da pista (em que o que não falta é pessoas a olharem para nós de alto a baixo) e em que depois disto ainda chegamos a casa e temos um quarto grande, quente cheio de colchões e almofadas para termos uma noite de descanso até ás 14h da tarde do dia seguinte e acordar para comer cozido à portuguesa (que em minha casa quando a minha mãe faz mal como, mas lá comi!), aproveitar a tarde, meter-me dentro dum comboio e regressar... Simplesmente um fim-de-semana a aproveitar por alguém que tão breve não vai poder divertir-se assim! E a culpa não é só do frio. Abençoado foste fim.de.semana passado, mas bem abençoado!

amanhã vai fazer uma semana que...

sabes à quanto tempo é que me convidaram para ir ao cinema? Pois, nem eu. Mas faz amanhã uma semana que alguém me fez o convite e que apesar de eu ter o filme em casa, esperei até ao último minuto para o ver no cinema, contigo.




...Fui ver o 2012 ao cinema!

domingo, 15 de novembro de 2009

be-cau-se-of-you

"Want to but I can't help it
I love the way it feels
Just got me stuck between my fantasy and what is real
I need it when I want it
I want it when I don't
Tell myself I'll stop every day
Knowing that I won't

I got a problem and I... (Don't know what to do about it)
Even if I did I don't know if I would quit but I doubt it
I'm taken by the thought of it...

And I know this much is true
Baby, you have become my addiction
I'm so strung out on you
I can barely move
But I like it

Think of it every second
I can't get nothing done
Only concern is the next time
I'm gonna get me some
Know I should stay away from
'Cause it's no good for me
I try and try but my obsession
Won't let me leave"

E para gozarem comigo

ainda fazem destas coisas. O que eu sofro!

'Um castigo é uma sanção usada para reprimir uma conduta considerada incorrecta'





A partir de agora por cada 'conduta considerada incorrecta', vou ser castigada.

Por muito que digas que não

és sem dúvida parecida com a Nelly Furtado, minha S.!
Hoje fazes anos e não sabes o esforço que vou fazer para no próximo fim-de-semana poder estar contigo. E também não sabes o quanto gosto de ti, e o quanto te acho linda, linda, e linda e extremamente parecida com a Nelly! Não não sabes. Mereces tanto. Parabéns pequena

Saudades daquelas nossas tardes! Eu sei que a distância não é assim muita, mas o que é que eu hei-de fazer?
Se ao menos tivesse carro, ainda fazia uns 15km x 2 várias vezes, tudo, para estar contigo. O máximo que posso fazer é meia hora (x2) de comboio. Não é que por ti não valha a pena, é por mim que sou uma desgraçada!

oh se faz favooooor



Pede-se aos meninos que na noite de sexta para sábado se meteram comigo de várias maneiras, entrem em contacto comigo se faz favor!
Meus, sou eu, a Daniela está bem? Como se houvesse muitas Danielas por este mundo fora. Como se a culpa fosse vossa de eu nem sequer ter perguntado os vossos nomes. Se ao menos no próximo fim-de-semana vos pudesse voltar a ver.. A única coisa que sei, é que não são de cá, são de Lisboa! Boa, Daniela! Ainda por cima diz-se que eu dei a entender que os estava a desprezar! Não, não estava, estava-me a rir, mas não estava bêbada, e muito menos a desprezá-los! É o que dá. Agora nunca mais vou voltar a poder-lhes dar uma informação quanto mais voltar a vê-los! Em 3 ou 4 encontrões, a única coisa que sei é que eles são de Lisboa e têm amigos a estudar cá. Também me mostraram com o dedo quem eram, mas eu estava míope, só podia! Se ao menos eu me lembrasse de quem eram os amigos... Mas não lembro.  E não os vou voltar a encontrar para remediar as coisas.

sábado, 14 de novembro de 2009

XXVI Festa do Castanheiro

Marvão.



Muito Nevoeiro. Muita Gente. Frio. Castanhas. Filas. Gente Conhecida. Alentejo. Família. Fotografias. Vento. Feira, Feira, Feira.
E esqueci-me do telemóvel em casa.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

eu disse, até que fiz.



Há aqueles momentos em que nos dá para amuarmos e dizer 'Vou-me embora' mas que mal estamos a virar as costas, damos meia dúzia de passos,  e damos por nós a virar as costas outra vez. Até ao dia, em que nos cansamos de dar meia volta e andar para atrás, e andamos para a frente. 'Se for ele, ele volta'
Tenho aqui um ódio dentro de mim mesmo guardadinho para ti.

F.



Hellooooo, alguém me diz se aquela minha amiga loira de olhos azuis bem clarinhos, que está (ou devia estar) para os lados de Lisboa, rodeada da sua Biologia ainda está viva? Ou já ressuscitou? É que para além de já não a ver à meses tenho estado a tentar ligar-lhe e o telefone toca, toca, toca...
Miúda, já davas sinal de vida? Estou aqui com umas saudades!

' someone needs to tell you this is it'



"You had me
You lost me
You're wasted
You cost me
I don't want you here
Messing with my mind

Spitting in my eyes and I still see
Tried to keep me down, I'm breaking free
I don't want no part in your next fix
Someone needs to tell you this is it

Hey listen you'll be missing
Out on all my love and my kissing
Make your mistakes on your own time
When you come down
You're just no good to have around"

terça-feira, 10 de novembro de 2009

se calhar, é por isso!

"Se ele não consegue ter uma conversa confortável consigo, é porque se calhar esta não é a melhor altura para saírem juntos. Se calhar ele tem outra (e não se esqueça que há várias maneiras de ter outra, desde a ter na cama até tê-la apenas na cabeça, no desejo ou na memória...), se calhar não gosta assim tanto de si, se calhar vê mal, se calhar tem um medo pânico de lhe calhar na rifa alguém com quem tenha de se comprometer a sério, se calhar acha que você tem 'casamento' escrito na testa, se calhar você é uma mulher séria e ele tem fobia a mulheres sérias (dão-lhe azia), se calhar você não é tão séria como isso e ele tem fobia a essas também, se calhar ele gosta mais da sua amiga Joaninha, se calhar corre-lhe mal a vida, se calhar é gay, se calhar Marte não está alinhado com Vénus, se calhar pura e simplesmente não lhe apetece. Esqueça e ande para a frente."

oh mãe...! Deixei de ter vergonha e pela primeira vez escrevi directamente no hifive.




Para além da minha Quelara, existem outras pessoas que fazem a minha vida ter sentido. Refiro-me aquelas pessoas que encontramos a cada passo que damos, que sabem quando mais e quando menos precisamos delas, e pessoas que sabem que nós não somos interesseiros ao ponto de não nos querermos sentir sozinhos, mas sim de a qualquer momento podermos contribuir com o que nos proporcionam. Pessoas assim como a Quelara, a quem chamamos de amigas/amigos. Mas não pensem que esta é a única pessoa na minha vida, porque não é. Tenho sempre a minha Teresinha, o meu Alexandre, o meu irmão Daniel, a minha Flávia, as minhas Saras, as minhas Danielas, a minha Inês, a minha Susana, o meu Mário, o meu João e muitas outras mais. Todos os restantes que nos mostram um sorriso, que nos estendem a mão e que fazem questão de nos lembrar que têm os ombros desocupados, e que por isso, se nós tivermos com que os ocupar, eles estão lá para isso mesmo. Ás vezes como se não bastasse estarmos magoados o suficiente, eles fazem questão de nos dar um abanão ainda maior, não com o objectivo de nos meterem pior, mas sim, querendo demonstrar que querem o nosso bem. E eu também quero o bem deles. Porque tenho a certeza que nos bons e nos maus momentos são eles, mais que ninguém, que vão estar ali para me aturar. Ainda existem aqueles que não nomeei que são aqueles que por vezes lá se lembram de marcar presença num dia qualquer. Aqueles com quem tiramos pouco tempo para estar, para ouvir, e para falar, mas que lá no revelam ser grandes peças para fazer parte do nosso coração. E passamos a vida nisto, a construir o coração, como se ele fosse um puzzle, metendo sempre lá cada vez mais pessoas, quando só algumas é que encaixam. E como para mim é tudo relativo, ainda vos digo que há peças e peças! Há umas que encaixam na perfeição, aquelas que mudamos de um lado para o outro para ver onde encaixam - se é que encaixam - e aquelas que simplesmente não encaixam, porque fazem parte doutro puzzle. E como tudo é mesmo relativo, há puzzles e puzzles. Existem os puzzles grandes com peças pequenas, os puzzles pequenos com peças grandes, e puzzles que nem dão para construir. Mas não temos de nos preocupar com isso. Temos é de saber de que tamanho é o nosso coração e de quantas peças é que constroem, e atenção, não existem peças repetidas, nem com a mesma forma! Para além de vos estar a transmitir que todos os dias tento construir o meu puzzle, com cada peça que encontro a cada passo que dou, digo-vos também que sempre tive uma queda para escrever.

(é que ninguém, mas ninguém mesmo, faz destas coisas, sinceramente!)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

assim como quem diz



em breve, é dia dez. Perguntam-me vocês 'e então?', ou então, 'olha e depois é dia onze', pois o significado agora é mesmo assim, dessinteressante. Se as coisas estivessem doutra maneira, dia de dez de novembro poderia querer dizer alguma coisa. Agora não diz nada. A não ser saudade. Ou então 'porquê?'.

'hold on little girl show me what he's done to you stand up little girl'




"Hold on little girl
Show me what he's done to you
Stand up little girl
A broken heart can't be that bad
When it's through, it's through
Fate will twist the both of you
So come on baby come on over
Let me be the one to show you

Build up your confidence
So you can be on top for once
Wake up who cares about
Little boys that talk too much
I seen it all go down
Your game of love was all rained out
So come on baby, come on over
Let me be the one to hold you

Why be alone when we can be together baby
You can make my life worthwile
And i can make you start to smile
When it's through it's through
Fate will twist the both of you
So come on baby, come on over let me
Be the one to show you

Just to be the next to be with you"

domingo, 8 de novembro de 2009

este mundo está perdido. Nem o futebol masculino é assim!



Que vergonha. É a isto que eu posso chamar uma excepção no futebol feminino. Um mulher que é mais homem do que mulher. Mas como alguém me disse, 'nem os homens..', realmente, nem o futebol masculino tem agressões assim. Eu para além de arruinar com a carreira dela, fazia-lhe pagar coimas às 'vítimas'.. MEU DEUS, .. este mundo está perdido.

quero ir mais longe.



Ontem, torneio. Consegui derrotar quase-concludentemente (termo usado pelo jornal à uns tempos trás quando decidiram meter lá a noticia da abertura do torneio, e apesar de eu ter ficado em segundo lugar, disseram que a vencedora 'derrotou concludentemente as suas adversárias') visto que no meu ultimo jogo perdi, mas como era a jogadora que tinha mais pontos somados por todos os jogos, desta vez o primeiro lugar foi meu. Fiquei contente quando derrotei uma adversária com quem no meu primeiro torneio tinha perdido (mas tinha estado a ganhar) e desta vez, não lhe dei hipotese.
Não sou a melhor por isso. Tenho muito que treinar. Sou realista o suficiente para admitir que tenho muito trabalho pela frente mas sinto orgulho pelo que já aprendi. Desde a pega certa para os serviços, aos primeiros serviços semi bem feitos com a pega bem feita, ao posicionamento que deixei um bocado no primeiro torneio e por aí fora.
Tenho que agradecer a minha Woznhiacki (que me faz querer ser como ela), ao meu A. (que é de longe o miúdo que mais me motivou desde o inicio pela sua maneira de jogar e pelo seu jeito natural para qualquer desporto), ao meu professor (que nos dá o apoio moral necessário, que nos ensina a corrigir os erros, que tenta que nós demonstremos o nosso melhor, porque acredita em nós mais do que nós próprios) e aos meus restante amigos, principalmente ao M. (com quem falei ao telemóvel logo de manhã) e à Clara (que fez um esforço para estar presente), e às amigas da turma (que apesar da ausência deram o apoio) e também, ao pai de uma das minhas adversárias (que me deu os parabéns pelo meu primeiro lugar e com quem tive uns bons 5 minutos de conversa. Cinco minutos que me relembraram o quanto evolui, a força que tenho de ter para acreditar que posso ir longe. Que apesar de a filha dele ter quatro anos de treinos em cima, e de ter apenas dez anos, eu com menos de um ano de treinos e com menos de uma década a mais, não tenho tudo perdido).
Daqui para a frente é preciso consistência, não faltar aos treinos, encontrar mais motivação, mais concentração e dar o meu melhor, para quem sabe conseguir alcançar um daqueles sonhos que nós sabemos que são quase-impossíveis, mas que o trabalho, a esperança, a força de acreditar, são bons caminhos para pelo menos ir mais longe.

coração de açucar II



"Por ti, por tudo o que me ensinaste, por tudo o que já vivemos - ainda que em sonhos - por tudo o que aprendi a ser contigo, por ti, eu apanho as estrelas que for preciso." MRP

coração de açucar



Sabem quando temos vontade de dizer tudo o que nos vai dentro do coração? Como quem diz aquelas formigas que nos estão a tentar comer o coração como se ele estivesse recheado de açúcar? 5 minutos antes, deu-me um ataque destes. E quando cheguei ao pé dele foi como se as formigas já tivessem dado do meu doce coração. Ele mudou. Tudo o que queria dizer, ficou bem guardadinho lá dentro. E com vontade olhou para outro coração, assim doce, e talvez por isso, se tenha derretido.
Naquele momento senti-me obrigada a deitar fora todos os ressentimentos. Só fui capaz de o deixar falar e de ir falando. E conforme ía falando não era capaz de lhe dizer assim 'Olha, sabes? Já passou algum tempo. Mas tu não me sais da cabeça. Eu adoro-te, pronto. A minha vida sem ti não é a mesma coisa. Sim, sinto saudades tuas e quero que voltes a fazer parte de mim' porque também não lhe queria dar o orgulho. Então deixei-o falar. E depois disse (assim como quem não gostasse tanto dele) que em certas coisas ele tinha razão, mas que ainda tinha passado pouco tempo para o tempo sarar as feridas. E ele fez questão de eu sair dali com uma maneira diferente de pensar sobre o que aconteceu. Não, não deixou de ser cabrão(zinho), mas bastou ele explicar o que sentiu e dizer que por mais que eu pensasse que não, os nossos momentos tinham sido especiais e importantes, e que isso era um grande motivo para querer a minha amizade. Por mais que eu saiba que tenho de saber diferenciar as coisas, e por mais que eu queira para mim como-mais-que-amigo, já o perdi uma vez e não quero voltar a perde-lo. Deu seis e seis. Assim com quem diz que ficamos amigos e eu vou pôr os ressentimentos de lado. E por muito que ainda goste dele, e ele goste da ex ficarmos amigos não é assim tão mau. Com sorte pode ser que um dos conselhos que ele me deu se aplique a nós mesmos. Por isso, rapazinho, eu digo-te mais uma vez, quero que faças parte da minha vida, como aqueles amigos que estão presentes na nossa vida, e não como aqueles por quem passamos na rua com um 'olá' depois de tanta coisa que os uniu. Mas isso já não me cabe só a mim decidir.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

tell.me. you. love. me.



"Tu olhas para uma pessoa, uma pessoa que sabes que não é uma pessoa qualquer, porque o teu olhar fixa-se nela e quando ela olha para ti e sente o mesmo que tu, sentes que alguma coisa vai acontecer. Não sabes nada ainda, mas intuis, intuis com os teus sentidos, com o teu corpo e às vezes com o teu coração que aquela pessoa pode ter qualquer coisa para te dar, que não sabes o que é, mas sabes que um dia vais descobrir e que esse dia pode ser nesse momento, e é então que tiras os dados do bolso e os lanças para cima da mesa.
Quando nos interessamos por alguém, nunca sabemos no que vai dar. Lançamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso e muitas vezes nem queremos saber quanto deram: um e um, dois e quatro, três e três, cinco e dois, é sempre um mistério, porque a sorte também manda na vida, manda mais do que queríamos e menos do que gostávamos, por isso desconfiamos dela sempre que nos é favorável, mas aceitamos as suas traições como a ordem natural das coisas, por mais absurdas que sejam.
Os dados caíram quando levantaste o copo e eu vi no chão seis e seis, vi-te a apanhar os dados e a rir, ouvi a tua voz e quando começámos a conversar, percebi que os dados estavam certos. (...)
Acredito que todos temos direito a ter sorte e que, quando alguém aparece na nossa vida de repente, ou é porque nos vai fazer bem ou é porque nos pode fazer mal. E eu vi-te com bons olhos desde o primeiro momento, achei que me ias ajudar a limpar a tristeza, que a tua presença quase imperceptível na minha vida seria como um bálsamo, uma música perfeita e harmoniosa, um dia ao sol, ou uma noite em branco, daquelas que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas e que vale mesmo a pena estar vivo, só para as saborear.
Tu foste e és tudo isto, e ainda mais agora, que somos amigos; entre nós não há pesos nem amarras e o silêncio não quer dizer ausência, apesar da ausência reinar nos nossos dias.
Quando lançamos os dados, nunca sabemos no que vai dar; tu podias ser um assassino encapotado e eu uma neurótica disfarçada, mas tivemos sorte, porque somos duas pessoas normais, com coração, e dois ou três princípios que nos fazem estar bem com a vida e com os outros.
Só tenho pena de não ser dona do tempo, porque houve momentos que, se pudesse, teria vivido mais vezes ou mais devagar, como quem saboreia um chá de menta, ao fim da tarde, no largo da Igreja a ouvir os sinos. E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompido, digo-te agora e sem rodeios, fica comigo mais uma vez, vem rir do mundo e adormecer nos meus braços, abrir o teu coração e sonhar acordado, vem ter comigo hoje, porque eu quero lançar outra vez os dados e aposto que vai dar seis e seis outra vez, porque os dados nunca se enganam e a amizade é o amor sem preço e sem prazo de validade."

Margarida Rebelo Pinto - Seis e Seis

talvez, eu até me volte a arrepender.



Mas não resisti. Mandei-lhe uma mensagem.
Arranjei maneira de recuperar o número dele,e mandei-lhe mensagem. Com um bocado de sorte, também o recupero.

Batam-me que eu mereço, eu sei!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

love living fit!

Fui ao Viva Fit (para quem ainda não ouviu falar deste ginásio, feminino, que tem por característica a prática de exercício físico durante apenas 30 minutos (ou mais) diários, com flash's de 30 em 30 segundos que nos dão ordem para trocarmos de equipamento, e em que os nossos treinos são rápidos e eficientes..) é qualquer coisa de fantástico! Uma amiga minha fez-me a proposta de conhecer o dito na sexta-feira passada, e eu, aceitei!E gostei. Dei 30 minutos a mim mesma.

Mais informações aqui

'-pronto tu gostas é de cabrões(zinhos)' otários, pronto!




É verdade. E aposto que não sou a única. Apaixonamos-nos sempre pelas pessoas erradas. Aquelas que não gostam de nós da mesma maneira que nós gostamos delas e que (não só por isso) nos acabam sempre por magoar. E quando aparecem as pessoas certas, o que é que decidimos fazer? Não decidimos nada. O coração é que manda. E o coração é mais forte do que nós próprios. Decide não esquecer o passado impedindo de construir um futuro. Assim como quem diz, agarramos-nos às pessoas que não merecem e desprezamos o amor-não-correspondido que tanto desejávamos! Feitas tontinhas, é verdade. Mas também é verdade que se nós não gostamos dessa pessoa da mesma maneira não devemos magoa-la.. E quando devíamos tentar encaixar isto na nossa cabecinha a situação já é diferente.. Porque somos nós que acabamos por sair magoados! Porque numa situação inversa, somos egoístas, só pensamos em nós. E é assim que vamos perdendo oportunidades de ser feliz na vida! Depois andamos aqui todos a lamentar-nos por só gostarmos de pessoas que não gostam de nós enquanto desprezamos as que gostam de nós e mais tarde, muito certamente, a dar cabeçadas. E é aqui que ainda cresce uma esperança(zinha) de que talvez que nos desprezou volte. E voltamos ao mesmo ciclo, é certo.

'Relembrar é fácil para quem tem memória, esquecer é dificil para quem tem coração'



Apaguei o número do meu ex-namorado do meu telemóvel. E aprendi isto com ele. Ele fez o mesmo com a ex-namorada para quando pensava nela não correr o risco de dizer o quanto gostava dela e o quanto sentia a falta dela, e tinha sido ela a acabar com ele. E a nossa situação passou a ser semelhante. Eu gosto dele. Ele pensa que já o esqueci. Ele afastou-se. E eu para não estar constantemente a lutar por uma pessoa que não gosta de mim da mesma maneira, apaguei simplesmente o número. Simplesmente o único contacto que tenho dele é o e-mail. Vejo-o todos os dias à distância e quando passo por ele, tento dar-lhe o que ele merece, desprezo. As coisas não são tão fáceis como possam parecer, mas a nossa relação também nunca foi o que parecia ser. O facto de tentar, não quer dizer que consiga, mas faço um esforço tão grande como o que fiz pela nossa relação.

post(card)crossing



"so far, so good" como diz a minha Professora de Inglês. Mas que mais devo eu dizer sobre o titulo deste post? Também desconhecia. Mas depois de ter estado no Blog da Rosie (Um lugar chamado Aqui) li sobre isto e fui parar a outros blogues que falam do mesmo, e sei lá... Já fiz inscrição e já tenho uma morada para enviar um postal. Não me perguntem o que estou a fazer, porque, sinceramente, também não sei. Desde que ligo a uma pessoa que nunca vi na vida e que sei tanto da vida dessa pessoa como essa pessoa sabe da minha, mas que nunca demos de cara um com o outro, já me meto em qualquer aventura. Esta parece-me ser, como é que hei-de dizer? Um bocado, perigosa, mas não deixa de parecer engraçada. Então para mim.. Nunca enviei um postal na minha vida, muito menos para uma pessoa desconhecida para um sitio qualquer do mundo. Oh Meu Deus! Estarei doente? Cheira-me mesmo que vai ser engraçado mandar postais para várias partes do mundo! :)

P.S.: Só espero é que os postais não tragam a gripe com eles!

domingo, 1 de novembro de 2009

esqueci-me de dizer

neste post que depois de ontem, passei a gostar menos. O meu Benfica perdeu. Mas como alguém diz 'só és do benfica quando ganha', o que é querem? É só como eu o conheço!

i'm a twilght new moon desperate



Por favor, não me massacrem mais. QUERO VER O FILME  ponto final

halloween



Nunca percebi qual era a piada deste evento, ou desta época, whatever. Nem nunca estive interessada em saber. Mesmo apesar de quando era mais nova fazer deste dia um dia de Carnaval e de pregar algumas partidas, não muitas. Mas nunca achei piada, e agora cada vez acho menos. E mete-me ME-DO. Isso mesmo. e não me perguntei porquê, também não sei, mas associo o halloween ao filme 'Scream'.

nunca aprendi francês



apesar da convivência com o irmão do meu falecido avô e de uns dos seus oito filhos e não sei quantos netos (porque mal conheço os filhos quanto mais os netos), gostava, gostava de os perceber e de falar como eles. Há para aí uns anos atrás, o francês irritava-me profundamente, achava o francês a língua mais estúpida (e alguns franceses também). Mas hoje não. Hoje acho-os um bocado estranhos porque ás vezes vejo cá com cada francês(como a bela da minha prima) que parece que não têm noção de que a palavra agricultura também existe em francês. Não sei em que região é que eles vivem, mas a sensação com que fiquei foi que nunca tinham visto nada disto. Eu ainda imaginei que na França não houvesse nada disto. Por momentos achei que na França era só laboratórios que produziam tudo, mas tudo, a partir de laboratórios. Porque com a cara que a minha prima fazia (e não tenho nada contra ninguém, simplesmente, não percebo) olhava para os pais dela a ripar, a escolher, a apanhar a azeitona. Sim, porque eu lá tive que mexer o meu rabiosque até à minha casa e ás minhas origens camponesas. Apesar de também quase nunca ter mexido uma palha no que toca a agricultura. Mas quando era pequena passei muito tempo a olhar e aprender com a minha família, no campo. Agora eles, saíram daqui com 5 anos (hoje já passam dos 30) e parecem umas almas raras. Mas contudo, acho-lhes imensa piada. A prima loira, elegante (então com aqueles não-sei-quantos- quilates de ouro ao pescoço) com o seu Jean-Claude (que quando saiu do seu audi me pareceu, à primeira vista, o George Clooney, mas só à primeira vista.) mas quando soube o seu nome ainda me perguntei 'Será que toda a mulher portuguesa quando se apaixona por um francês - por pura coincidência - o gajo tem que se chamar Jean-Claude?' - é só porque aconteceu o mesmo com a mãe de uma amiga minha. Não é nada contra, mas faz-me impressão, pronto. Gosto de trocar palavras que acabam por ser traduzidas que nos ligam uns aos outros, simplesmente porque vivemos num país diferente onde pouca coisa muda, para além da qualidade de vida, claro. No fundo a nossa família da parte materna foi dividida entre o francês e o português, como quem diz entre França e Portugal. Já que o meu tio, irmão do meu falecido avô (que esteve na França durante alguns anos) decidiu ir viver para a França quando eu ainda não era nascida. Mas que ao longo da minha infância, fui conhecendo. E ele não perdeu as origens. Quando vem cá fala o português. Mas irrita-me quando começa a falar para a minha tia em francês. Já parece os meus outros primos/tios da Bélgica da parte materna que quando estão cá ás vezes lá lhe dá um ataque para falarem francês uns para os outros. Parece que querem mesmo que ninguém os percebe. Faz criar um clima de segredos. Já sei, a culpa é minha. Bem que podia ter escolhido francês em vez de espanhol, mas naquela altura achava que o francês era uma porcaria e que se passasse algum tempo com a minha família que é 44% francesa e 56% portuguesa (mas que sabe mais de francês que português) acabava por aprender o francês, para o mínimo que ele me fosse necessário. Mas, epá fico impressionada com estas coisas, fico! E fico com uns convites para ir à França e com a convivência 'comprender o francês' como diz a minha prima com aquele sotaque nos r's. Eu sempre soube que pronto, a minha família paterna nunca foi de muitas falas para a parte materna, mas realmente, os primeiros escolheram a Bélgica e os segundos a França. No fundo vai tudo dar ao mesmo. Por incrível que pareça até falam da mesma maneira. Mas agora a sério, na França não deve haver muito de agricultura por causa das condições climáticas, por isso há, mas em menor quantidade, só em determinadas regiões (que não onde aquela parte da família mora) como Marselha, Bordéus, entre outros. Mas ainda consegui falar com o Jean-Cloude, quando ele falou em inglês, nada mau. Para além daquela ligação de palavras traduzidas.

têm-me dito que só venho ao blog para



escrever (mal) sobre rapazes. Que rara é a vez em que vêm aqui ler coisas boas sobre eles, porque sempre que vêm aqui, deparam-se com a minha raiva por cada um que passa na minha vida. Dizem que só sei é falar mal, mal, mal.. Oh meus amores, o que é que querem que eu faça? Que deixe de escrever sobre eles? Isso não pode ser, porque se eu calho a despertar certa raiva que há em mim, o mais provável é engordar de um dia para o outro, ou então virar empregada doméstica. Em último dos casos, parto para o suicido (por motivos estúpidos, eu sei. Eles não merecem nada. Nem o ódio, e muitas vezes, nem o amor.). Mas pronto. A culpa disto já sei que é minha. Porque às vezes vêm-me parar à palma da mão os protótipos de homem que eu queria na minha vida, e eu, em vez de os agarrar, não. Mando-os para um certo sítio (não para o mesmo que mando os que me magoam!). Sou uma parva eu sei. Se eles são raros e se vêm ter comigo porque é que eu fujo deles? Simples. O meu coração tem medo, e por ter medo, foge. Ganha pernas e lá vai ele. Cometer a estupidez de lutar por quem não merece, mas luta. Há corações que não lutam, mas o meu luta. Luta pelas pessoas erradas. É ele, e eu. Parece que gostamos de correr no sentido contrário. E em vez de lutarmos pelas pessoas que gostam de nós, não, lutamos pelas pessoas de quem nós gostamos e que não gostam de nós. Parece que a dor nos dá prazer. Porque por mais dor que nos causem, mais nós continuamos a querer sair magoados. Nós até podemos tentar fugir ao sofrimento, mas quando queremos fugir, é como se tivéssemos um íman que atrai o sofrimento. Mas há-de chegar o dia em que não nos arrependemos de sofrer (porque parecendo que não, é com a dor que aprendemos) mas arrependemos-nos de fazer sofrer. Então decidimos tentar construir o que no passado era impossível. Não é que depois seja possível. Mas já vemos as coisas de outra maneira. Porque quando éramos nós a gostar e o sentimento não era inexistente mas era insuficiente, dizíamos que 'o amor não se constrói de um dia para o outro. vai-se construindo', e pedíamos uma oportunidade. A oportunidade de tentar e ver o resultado. De uma maneira ou de outra acabávamos por sofrer é certo, mas ao menos tiramos as dúvidas se valeria ou não a pena (apesar de na maioria das vezes, por não ter dado certo, não ter valido a pena). Mas ao menos ficávamos 'satisfeitos'. Por isso é que quando pensamos em desprezar uma pessoa que gosta de nós, devemos pensar se era isso que nós também gostávamos de ter quando somos/éramos nós a gostar. Não digo que temos de fazer para gostar dessa outra pessoa da mesma maneira, mas porra, podemos ao menos tentar conservar o sentimento! Mas é preciso saber ter cuidado do lugar e da maneira como se conserva o sentimento e a pessoa, porque um dia, o mesmo pode passar de validade. E quando uma coisa passa de validade e não é consumida, estraga-se e dá-nos a volta ao estômago.

domingo, 25 de outubro de 2009

wishlist # 2,5



Este ainda é antes da oferta da minha madrinha e da minha compra.

wishlist #2



São os próximos que quero comprar. Entretanto a minha madrinha oferece-me os livros da Cecelia Ahern.

para espanto de tudo e de todos



"Pela primeira vez percebi que era muito melhor ter um amigo que me fizesse companhia do que um palerma para dar voltas" Margarida Rebelo Pinto - Pessoas como Nós

sábado, 24 de outubro de 2009

adoro miminhos para o meu blogue, a-do-ro!

Não é que este blogue mereça. porque ultimamente pouco ou nada tem escrito. Quanto a quem se responsabiliza por este espacinho tem sido um enorme falta de irresponsabilidade (para consigo mesma, e para as pessoas que ainda conseguem ler o que aqui é escrito) mas de facto, o blogue recebeu mais um selo!

Directamente da 'MIMI do blogue My Dance Flor para mim!

Desafios do selo:
-Escrever uma lista com 8 características suas;
-Convidar 8 blogueiros para receber o selo;
-Comentar o blogue de quem lhe deu o selo;
-Comentar o blogue de quem escolheu.

As minhas 8 características (ou 8 de tantas):
1. Sou esquisita. Sou e não é pouco. Ora estou bem-disposta a rir-me, a sorrir e para a brincadeira como não tarda muito estou com um mau humor insuportável ou estou triste.
2. Quando começo a escrever, é difícil parar. E há sempre coisas que se omitem, que ficam por dizer. Pelo menos é a sensação com que fico.
3. Tenho três sinais no lado esquerdo da minha face a fazer um triângulo.
4. Sou uma cabecinha-no-ar, como quem diz uma desconcentrada.
5. Quando estou numa livraria, ou num sitio onde estou rodeada de livros, para descobrir se é um livro que me agrade ou não, abro-o numa página qualquer e leio-o. Vou folheando ao calhas e lendo.. até descobrir se é um livro que tenha a haver comigo.
6. Por norma, tenho sempre o quarto desarrumado - mas há quem já se tenha habituado à desarrumação do quarto como já se habituaram a mim. O meu quarto não é nenhum estabelecimento público.
7. Quando estou triste/deprimida para não cometer nenhum erro, ou como coisas que fazem mal à saúde (ex.gorduras), ou arrumo a casa (mas não pensem que isto está arrumado porque no dia que isso acontecer... Meu Deus!) ou então vejo televisão enquanto deixo que o coração fale por mim em silêncio, com as suas lágrimas, tudo isto para não cometer nenhuma loucura.
8. Escrevo porque escrever alivia a alma.


Selo reencaminhado para:

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ainda dizem que não há coincidências

Fiquei sem mensagens no dia de anos da minha melhor amiga. P**A que P*A*IU o tarifário. Se ela ficar chateada, a culpa é do Yorn Power Extravaganza e não minha por não me ter lembrado de carregar o telemóvel à precisamente.. 5 dias atrás! O mais irritante é as mensagens automáticas a dizer 'Por não teres saldo insuficiente (...)'
Aiquenervooooos!

Parabéns Melhor Amiga.
Feliz Aniversário.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

hoje sei que viras-te uma página da minha vida ao contrário



 Lembro-me de tudo. Por mais que te queira esquecer, não me sais da cabeça. Não é porque não quero (o que não significa que queira) mas é pela pessoa que te tornas-te para o meu mundo. Ao inicio as coisas são sempre muito bonitas, e lá anda uma ‘gosto de ti’ de trás para a frente, e vice-versa, como se uma pessoa não soubesse o que dizer, e deita isso cá para fora. Porque se calhar é o que sente. É o sentimento que a outra pessoa provoca em nós.
As coisas entre nós aconteceram de uma maneira diferente e especial, não porque as relações comecem todas da mesma maneira mas sim porque as pessoas são diferentes. Ou à primeira vista parecem ser.
Lembro-me dos anos anteriores em que olhava para ti simplesmente como um amigo, alguém eu preenchia o meu tempo, que me fazia companhia, e que por vezes lá me ouvia. E aquela tarde, anterior aquela noite foi como se, passado tanto tempo só naquele momento tivéssemos depositado confiança um no outro, porque ambos estávamos magoados com situações semelhantes. E para mim, de uma brincadeira amigável surgiu o pensamento que se calhar ficávamos bem juntos. E foi aí que parecendo que não eu me lembrei daquele beijo, aparentemente insignificante de à-não-sei-quanto-tempo-atrás. Mas isso saiu-me da cabeça, porque jamais me passaria olhar para ti de uma outra maneira. Até que estivemos juntos, e as nossas bocas voltaram a unir-se, porque sabíamos que se elas se voltassem a unir de maneira diferente, as coisas seriam diferentes. Ou pelo menos, eu, pensava. Porque para mim foram. E foi nessa noite que comecei a olhar para ti de uma maneira diferente. Olhei para ti como aquela pessoa que nos dá segurança, e que só a presença dessa pessoa faz com que a vida pareça mais simples. A maneira como as coisas foram acontecendo, sempre especiais e intensas, como se houvesse ali um grande amor, e havia...
Até que não as minhas, mas as tuas mágoas do passado, te começaram a preencher de dúvidas. Ao inicio ainda me senti culpada, porque pensei que a minha relação com o meu melhor amigo nos tivesse afectado, mas hoje vejo que o problema nunca esteve em mim, esteve sempre em ti.
Tu nunca querias que ninguém nos visse, muito menos a S., que parecendo que não, ocupava-te a cabeça mais do que eu ocupava os teus dias. E eu que anteriormente tinha o S. na cabeça consegui com que tu mo tirasses da cabeça. Boa! Agora ele saiu, mas tu ficas-te. Será que agora alguém vai conseguir-te tirar da minha cabeça? Será?
Mas eu sempre com esperança que as tuas dúvidas se fossem embora, porque acreditava que gostávamos um do outro da mesma maneira, que víamos as coisas da mesma maneira, e que ela já fazia parte do teu passado. Até que me começas-te a confundir a cabeça e eu decidi dar-te o teu espaço, para veres como eu estava aqui para ti. Para que pudesses ter as certezas que já a tinhas esquecido e que na tua cabeça, agora, era eu, e somente eu, que estava.
No dia em que tomei essa decisão, já os planos eram diferentes. Já não íamos almoçar juntos, e já me tinhas dito que tinhas acordado a pensar nela, e não em mim. Nessa altura, já não dizias que gostavas de mim, nem que eu era especial, e logo aí vi que as coisas já estavam diferentes. Até que não tive tempo, nem me deixas-te falar contigo, então entreguei-te a carta. Não percebo mesmo como é que não consegues esquecer uma pessoa que não gosta de ti e que te criou esperanças durante meses! Não percebo. E muito menos percebo, como deixas-te que as coisas entre nós fossem acontecendo. Por um lado acho que até percebo, porque agora também não te consigo esquecer mesmo sabendo que ela não tem importância para ti mas que também não gostas de mim, mas que as coisas acontecessem ou deixassem de acontecer por causa dos outros. Não me cabe na cabeça. Quando se gosta não há tempo para ligar ao que os outros dizem ou ao que pensam. Por isso quando disses-te que ainda não estavas preparado para que todo o mundo nos visse porque as coisas podiam dar mal, é porque já sabias que as coisas não iam durar muito tempo. E eu aqui, contigo no meu coração. Disse-te que nunca tinha feito nada assim por ninguém (não só porque para mim é tudo relativo) mas porque, possas.. gostava mesmo de ti! E tu, respondes-me assim...! Dás esperanças e dizes o que não quero ouvir, mas que tenho de aceitar. Porque a tua sinceridade ninguém te a rouba. Hoje, já olho para trás de maneira diferente, e já não acredito em ti nem no que dizes, apesar de gostar tanto de ti, sei que as coisas entre nós não vão ser as mesmas, porque para quem é tão sincero a ideia com que me fazes ficar sobre o que aconteceu, é que nunca olhas-te para mim, da mesma maneira que eu olhei para ti. Mas acontece não é? O amor não é olharmos um para o outro, é olharmos juntos na mesma direcção”.